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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Consumidores descontentes conseguem resolver boa parte dos problemas com as empresas no Site "Reclame aqui"

Gostaria de compartilhar essa matéria com os leitores do Blog, pois achei de grande valia, pois tive um problema com uma serra tico tico comprada a mais de 1 ano, esta já perdeu a garantia, porém ao procurar uma peça de reposição nas autorizadas tive uma desagradável informação, uma minuscula peça que prende a serra custa praticamente a metade do valor de uma serra nova, além de não ter a pronta entrega em 3 assistencia técnica; aí me lembrei da indicação de um amigo que utilizou o site ReclameAqui e teve seu problema com uma empresa de telefonia resolvido rapidamente.

Não deu outra, entrei em contato com a empresa fabricante da ferramenta e obtive resposta no mesmo dia, depois é claro de ter formalizado a reclamação no site. Resumindo a fabricante propôs enviar-me a peça de cortesia tive meu problema resolvido. Por isso sugiro aos leitores que se tiverem qualquer situação onde ao adquirir um produto ou serviço não exitem, pois o site é tão bom quanto reclamar no PROCON. Leiam este artigo interessante sobre como o serviço começou que encontrei no WIKIPÉDIA

SOBRE O RECLAME AQUI
Trata-se de um site no qual consumidores fazem um cadadastro de seus dados pessoais e podem enviar reclamações. A política de privacidade do site não permite a identificação do consumidor na publicação das páginas, pois as reclamações feitas são indexadas por motores de busca e visíveis para consulta. O acesso aos dados que foram cadastrados pelo cliente ocorre apenas com a empresa envolvida, para facilitar a busca da resolução do problema. Assim, é transmitida à empresa envolvida um e-mail com os detalhes, caso ela possua um cadastro para respostas no site. Com os dados gerados, são obtidos rankings automatizados e o Reclame Aqui faz uma avaliação da empresa utilizando diversos critérios próprios. O status máximo de uma empresa no site é possuir o Selo RA 1000, o qual também possui critérios específicos. Os consumidores podem, depois de terem suas questões respondidas pelas empresa, indicar que o problema foi resolvido ou não, além de ter o direito a réplicas e, ao final, mostrar por meio de smiles a sua opinião sobre a resposta da empresa reclamada.

A descrição do problema que o cliente publica é avaliada por uma equipe do site antes de ser publicada. Isto ocorre pois sua política não permite conteúdo ofensivo na redação dos usuários.

"As empresas adoram o ReclameAqui. São essas consultas que geram as vendas", afirma Maurício Vargas, fundador e presidente do site. O maior site de atendimento ao consumidor do Brasil. Criado em 2001, o site recebe diariamente cerca de 500 mil consultas de consumidores que querem saber mais sobre a reputação das empresas. Maurício Vargas dono de uma desenvolvedora de software em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, começou o 'ReclameAqui' depois de reclamar e ser ignorado por uma companhia aérea. Um voo entre Campo Grande e São Paulo atrasou e teve overbooking. Vargas era um dos passageiros e acabou perdendo uma oportunidade de negócio importante na capital paulista por causa desse atraso do voo. Reclamou de todas as formas possíveis com a companhia aérea, que não se importou.“Eu estava furioso. Queria botar a boca no trombone”, diz. Foi então que criou uma página na internet para que outros consumidores indignados como ele pudessem reclamar. No começo, não deu certo. No primeiro ano, foram menos de 29 reclamações – não atendidas. Mas, aos poucos, as reclamações aumentaram e apareceram mais na internet. Uma década depois, o cenário é bem diferente. O número de usuários de internet no país chegou a quase 80 milhões e o 'ReclameAqui' transformou-se na principal voz do consumidor brasileiro na era das redes sociais. Ao amplificar as críticas e as consultas nessa proporção, o 'ReclameAqui' conquistou mais poderes para o consumidor — e fez tremer desde pequenos varejistas até gigantes do setor e da indústria, as empresas começaram a ficar preocupadas com sua imagem e passaram a responder aos consumidores via 'ReclameAqui'. Hoje, a empresa registra cerca de 10 mil reclamações por dia, com um índice de 72% de resolução. Maurício Vargas costuma dizer que a multa do 'ReclameAqui' para as empresas que não respeitam o consumidor é aplicada em sua imagem. “A reputação está ficando mais importante do que o preço”

Em 2016, para se "vingar" das empresas com as piores reputações junto aos seus clientes, o site convidou os executivos das mesmas para um restaurante que estaria sendo inaugurado. No entanto, os proprietários do estabelecimento, previamente orientados, ofereceram de propósito péssimos serviços, com os garçons trazendo pratos diferentes dos pedidos, atrasos, falta de atenção, e outros erros. Ao final, quando os executivos já estavam no limite da paciência e proferindo ofensas aos funcionários, os organizadores do evento se apresentaram e disseram que tudo aquilo havia sido feito para que os responsáveis pelas empresas sentissem o mesmo que sentem seus clientes, quando contratam um serviço ou compram um produto e não recebem aquilo que foi contratado. O filme deste evento, chamado de "O Jantar da Vingança", foi publicado na conta oficial do Reclame Aqui no Facebook. Até 30 de abril de 2016, o vídeo tinha um milhão de visualizações. Alguns dias depois alcançou 7.2 milhões de visualizações

Para utilizar o site, ao consumidor ou contratante de serviços basta fazer a primeira reclamação e logo após será pedido um cadastro, depois disso a reclamação será publicada, e então geralmente a empresa reclamada entrará em contato com o reclamante, muitas das vezes propondo e ou chegando a um consenso.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Obras da Sanepar devem afetar distribuição de água em alguns bairros de Paiçandu

A Sanepar informa que, na próxima terça-feira (4), serão executadas melhorias operacionais no sistema de distribuição de água de Paiçandu. Os serviços poderão afetar o fornecimento de água no Centro e nos bairros São Jorge, Canadá II e parte do III, Novo Centro do I, II, III, IV e V (parte), Castro Alves, Santo Antônio, Cidade Jardim, Monte Carmelo, Petrópolis I e II (parte) e Itaipu I e II (parte). A normalização total do sistema deve acontecer, gradativamente, no decorrer da madrugada de quarta-feira (5).

Só ficarão sem água durante este período os clientes que não têm caixa-d’água no imóvel, conforme recomendação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A Sanepar sugere que cada imóvel tenha uma caixa-d’água de pelo menos 500 litros. Assim, é possível ter água por 24 horas, no mínimo.

A orientação é evitar desperdícios. A Sanepar conta com a participação de todos!

O Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar é feito pelo telefone 0800 200 0115, que funciona 24 horas. Ao ligar, tenha em mãos a conta de água ou o número de sua matrícula.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Eis a grande diferença entre Médicos Brasileiros e Cubanos

Cidades em extrema pobreza e áreas indígenas são rejeitadas no Mais Médicos


Mais em  FOLHA DE SÃO PAULO

Democracia na Republica

    Charge Blog do Amarildo


Continência

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, recebeu para 1 café da manhã nesta 5ª feira (29.nov.2018) o conselheiro de segurança nacional dos EUA, o John Bolton. O assessor do presidente norte-americano Donald Trump foi à casa de Bolsonaro na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

O passado pede passagem...

      Charge do Amarildo

Organização humanitária que atua em mais de 90 países contra a pobreza e desigualdade alerta sobre situação Brasileiria

“Com gastos sociais congelados, as desigualdades vão se aprofundar”

Kátia Maia, da Oxfam, prevê um enorme retrocesso caso o Brasil não reveja as drásticas medidas de austeridade adotadas nos últimos anos

Após 15 anos de avanços, o Brasil parou de reduzir as desigualdades. Em 2017, os 40% mais pobres tiveram uma variação de renda pior do que a média nacional. Da mesma forma, pela primeira vez em 23 anos, o salário das mulheres retrocedeu em relação aos homens. Além disso, os rendimentos médios dos negros encontram-se estagnados em relação aos dos brancos há sete anos.
As informações constam no relatório “País estagnado: um retrato das desigualdades brasileiras”, divulgado pela Oxfam Brasil na manhã desta segunda-feira 26. À CartaCapital, a diretora-executiva da entidade, Kátia Maia, prevê um enorme retrocesso no combate às disparidades sociais caso o Brasil não reveja as drásticas medidas de austeridade fiscal adotadas nos últimos anos, como o congelamento dos gastos públicos por 20 anos.

“A Emenda 95 estaciona o Brasil no tempo. Não permite que o País evolua, construa uma sociedade mais justa, tenha uma economia mais robusta. Até porque a pobreza mina o desenvolvimento e a desigualdade extrema gera violência”. Confira a entrevista com a Diretora da Oxfam clicando na Fonte da Informação  Carta Capital

A Oxfam International é uma confederação de 20 organizações e mais de 3000 parceiros, que atua em mais de 90 países na busca de soluções para o problema da pobreza, desigualdade e da injustiça, por meio de campanhas, programas de desenvolvimento e ações emergenciais. Informação Wikipédia 

323 o sonho finalmente começou

Fonte da Notícia AGÊNCIA DE NOTÍCIAS PR

Começam as obras de duplicação da PR-323, entre Paiçandu e Doutor Camargo, na região Noroeste


Com a instalação do canteiro de obras, máquinas na pista e homens trabalhando, a duplicação da PR-323 entre Paiçandu e Doutor Camargo, no Noroeste do Estado, começa a sair do papel. Os serviços no trecho de 20 quilômetros de extensão tiveram início nesta segunda-feira. A governadora Cida Borghetti afirmou que esta obra era muito esperada, e que o investimento em infraestrutura é uma prioridade. // SONORA CIDA BORGHETTI // 

O Governo do Estado investe 73 milhões de reais em recursos próprios na obra, licitada e fiscalizada pelo Departamento de Estradas de Rodagem, DER do Paraná. A empresa Torc, vencedora da licitação, têm dois anos para concluir os serviços. Além da pista dupla, está prevista a construção de dois viadutos e uma trincheira. A ordem de serviço foi emitida no começo de outubro, quando a empresa realizou uma limpeza inicial do trecho. Mas a Torc só apresentou o plano de trabalho no início deste mês. O DER exigiu adequações e agora o cronograma da obra está ajustado.

 As equipes já trabalham na limpeza do trecho, demarcação para supressão de vegetação e drenagem. O início da terraplanagem depende da liberação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que identificou um sítio arqueológico na rodovia e exigiu o acompanhamento de um arqueólogo durante todo o período de execução. Conforme previsto no edital, a contratação do profissional é de responsabilidade da construtora. 

(Repórter: Rodrigo Arend)

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Justiça no Brasil

 Quem julga quem?

Por Nelson Motta, em O Globo

Teoricamente, quem julga os juízes é o Conselho Nacional de Justiça, mas, na prática, é a única categoria profissional que, em caso de crime provado, venda de sentenças, propinas, tem como punição máxima a aposentadoria com salário integral. É um prêmio, não um castigo. E um dos mais vergonhosos símbolos de injustiça do Judiciário.

É difícil acreditar que cidadãos de bem, que estudam muito e trabalham demais, que têm como escolha e missão aplicar a justiça para todos, não tenham tentado mudar essa regra que prova que o crime compensa no Brasil, para alguns. Em contraponto ao aumento salarial do Judiciário, o CNJ deveria abolir esse prêmio por mau comportamento que depõe contra a corporação.
Não se imagina que um juiz como o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, concorde com a manutenção desses privilégios vergonhosos sustentados com dinheiro público. Claro que não é só isso, nem são só os juízes.

São vantagens e privilégios que vão se acumulando com a ajuda de parlamentares que transformam em lei os desejos das categorias mais poderosas, entre elas a que talvez os julgará um dia.
Como entender bonificações por triênios, quinquênios, licença-prêmio para funcionários? Então a pessoa é premiada por se manter no emprego (vitalício) durante três ou cinco ou dez anos? Não é obrigação?