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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Atitude - Disfarçado de mendigo Youtuber compra moto de mais de 35 mil

Youtuber realiza pegadinha sensacional, e mostra um exemplo de humanidade e solidariedade com o próximo seja ele quem quer que seja.

 Uma vendedora da loja de motos que não sabia que estava sendo gravada, define em atitude que a diferença simplesmente não existe. O preconceito está na forma como todos nós reagimos diante do inesperado, inusitado ou improvável.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

12 carros blindados para Bolsonaro e Mourão

Esmael Moraes em seu Blog tráz a notícia sobre o aparato de segurançça que será montado para o presidente eleito Jair Bolsonaro. 

Tempos conturbados esses, o Brasil já teve presidentes que se jogava nos braços do povo, agora o mais perto que vão poder chegar  é pela tv.

Michel Temer (MDB) determinou a compra de 30 carros, dentre os quais 12 serão blindados para uso do presidente e do vice-presidente da República. A compra será feita pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Os carros farão a escolta do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e do vice, general Hamilton Mourão, a partir de 2019.

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, afirmou que a decisão de “redimensionar” a segurança do presidente e do vice foi tomada em razão do atentado sofrido por Bolsonaro durante a campanha eleitoral e por “ameaças” à integridade do presidente eleito.

A licitação estabelece a compra de 30 automóveis. O valor estimado é de R$ 5,6 milhões. Os veículos ficarão sob administração do Departamento de Segurança Presidencial.

O edital determina que 12 desses 30 carros sejam blindados, do tipo executivo e com características mistas: escolta e policial. A blindagem permite proteção contra tiros de submetralhadores e pistolas 9 milímetro

Veja qual é o problema de o Brasil aceitar mudar a embaixada para Jerusalem


Aceitar a cidade bíblica como capital de Israel significa escolher um lado num conflito que não nos diz respeito

Começou quando a região que hoje abriga Israel era só uma colônia Britânica, no início do século 20 – a colônia da Palestina. Por questões religiosas, judeus do mundo todo queriam transformar o lugar num país independente, recriando a Israel bíblica. E foram comprando terras na região até formar uma população razoável, alimentada por imigrantes. A Inglaterra ia empurrando o assunto com a barriga, até porque essas ondas de imigração estavam incomodando a população local, os palestinos. Não pegaria bem na comunidade internacional dar tudo de mão beijada para os sionistas – os judeus que buscavam um território para chamar de seu.

Mas veio o Holocausto, e, finda a Segunda Guerra, a questão de criar um país para os judeus deixou de ser um assunto de nicho, e entrou para o centro da pauta global. Agora, a Inglaterra não criaria obstáculo algum.

Mas faltava combinar com os russos. Mais precisamente, com os palestinos, que queriam a mesmíssima região para construir seu próprio país – e com a justificativa de que, caramba, já moravam lá, além do apoio de todos os vizinhos, que eram, e ainda são, países árabes. Pior: os palestinos também queriam que Jerusalém fosse sua capital – natural, já que a cidade não é sagrada só para os judeus, também é para os árabes (e para os cristãos, claro).

A ONU ficou encarregada de encontrar uma solução russomânica – “boa para ambas as partes”. E em 1947 veio com um plano: metade do território ficaria com os judeus e a outra metade com os palestinos. Jerusalém? Surpresa: não ficaria com ninguém. Se tornaria uma “ciadade internacional”, administrada e policiada pela ONU. Árabes e judeus deveriam conviver ali, sem que nenhum nem outro tivesse poder sobre a cidade. Se você quisesse visitar Jerusalém nesse realidade, passaria por um alfândega da ONU no aeroporto.

Mas não rolou. Palestinos e judeus não chegaram a um acordo. Em 1948, Israel declarou independência dentro das fronteiras definidas pela ONU. Mas sabendo muito bem o que aconteceria em seguida. “Aceitamos a resolução das Nações Unidas. Os árabes não. Eles estão preparando uma guerra contra a gente”, disse David Ben Gurion, futuro chefe de Estado israelense. “Se nós vencermos, as terras que conquistarmos serão nossas também”.

Foi precisamente o que aconteceu em 1948. Síria, Líbano, Iraque, Egito, Jordânia, Arábia Saudita, Iêmen e os palestinos declararam guerra contra Israel na hora. Israel ganhou. Pegou territórios além daqueles que a ONU tinha determinado (como a Galileia) mais metade de Jerusalém. A outra metade da cidade, ficou com os árabes, (sob administração da Jordânia, enquanto alguém não criasse um Estado Palestino). Esse também foi o destino de outros territórios, como a Cisjordânia, que também ficou sob a lei do governo jordaniano e a Faixa de Gaza, um enclave do tamanho da Grande São Paulo ocupado pelo Egito e cercado por terras israelenses.

Em 1967 veio outro conflito entre árabes e israelenses, a Guerra dos Seis Dias. Israel ganhou de novo. Tomou a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, mais a outra metade de Jerusalém. A ONU, porém, nunca aceitou a soberania de Israel sobre esses territórios. Cisjordânia e Faixa de Gaza, então, permaneceram num limbo: não eram nem parte de Israel nem parte de um Estado Palestino, já que tal Estado não tinha se formado.

Em 1993, Israel concordou em ceder a administração da Cisjordânia e da Faixa de Gaza. Em tese, estava criado o Estado da Palestina. Mas só em tese. Apesar de existir uma polícia palestina, prefeituras palestinas e até dois governos federais palestinos (um para Gaza, outro para a Cisjordânia), Israel é quem manda. O país controla todas as entradas e saídas de Gaza, e mantém tropas em toda a Cisjordânia. Existem até cidades 100% israelenses, com Universidades e condomínios de alto padrão, encravadas lá dentro – é como se houvessem cidades brasileiras dentro do Uruguai. Aí complica.

Se você quiser ir para o Estado Palestino, precisa passar pela alfândega israelense – não existem voos para a Cisjordânia ou para a Faixa de Gaza. Se você quiser entrar por terra, mesma coisa: a “Polícia Federal” nas fronteiras deles não é palestina. É israelense. Quem pegar um barco no Mediterrâneo e atracar num porto da Faixa de Gaza, será parado pela Marinha israelense – ou abatido, já que, para todos os efeitos, é como se a região vivesse em guerra permanente. Nem moeda o Estado Palestino tem: usam o sheckel, a moeda de Israel. No fim das contas, não existe um Estado soberano da Palestina. Ele só vai existir quando Israel liberar as fronteiras da Faixa de Gaza. E nada indica que isso vá acontecer neste século, ou nessa Era Geológica.

Jerusalém? Bom, aí nem teve conversa: Israel decidiu ficar com a cidade toda. Mesmo assim, o lugar segue dividido.

Jerusalém? Bom, aí nem teve conversa: Israel decidiu ficar com a cidade toda. Mesmo assim, o lugar segue dividido. Na parte oeste, que Israel dominou em 1948, praticamente não existem árabes na rua. Na parte leste, aquela que ficou com os árabes até 1967, não há judeus – com a exceção da área onde fica o Muro das Lamentações, que por questões religiosas se tornou um bairro 100% judeu encravado na parte árabe de Jerusalém. Não há prefeitura ou polícia palestina nessas “partes árabes”. Em Jerusalém, é tudo Israel.

As lideranças palestinas dizem que topariam ficar “só” com a parte árabe de Jerusalém, e instituir a capital de seu Estado soberano ali. A decisão Israelense de não abrir mão de parte da cidade de jeito nenhum basicamente impede qualquer acordo para a criação de um Estado Palestino de verdade.

A comunidade internacional sempre reprovou a postura israelense. Todas as embaixadas, então, ficavam em Tel Aviv, a maior cidade de Israel. Movê-las para Jerusalém significaria aceitar uma decisão unilateral do governo israelense. Donald Trump, você sabe, veio e quebrou essa regra. Agora, Bolsonaro prometeu que o Brasil seria o segundo país relevante a fazer o mesmo (dos 193 países membros da ONU, só a Guatemala seguiu o caminho dos EUA). Depois, o Presidente eleito voltou atrás, dizendo que “nada estava decidido”.

Que a decisão, quando vier, seja menos obtusa que a de Trump. Há décadas que o consenso para a solução do caso Israel X Palestina é a criação de dois Estados independentes. E se ambos fazem questão de que a sagrada Jerusalém seja sua capital, que a parte judaica abrigue a sede do governo israelense e a parte árabe, a do governo palestino. Acatar o que Israel quer sem levar em conta os anseios palestinos significar escolher um lado num conflito que não nos diz respeito, e jogar décadas de diplomacia no lixo.

sábado, 10 de novembro de 2018

Entre Aspas

"O melhor professor é o tempo. Até mesmo sem você perguntar, ele lhe dará as melhores respostas"

10 de novembro

10 de novembro é o 314.º dia do ano no calendário gregoriano (315.º em anos bissextos). Faltam 51 para acabar o ano.

Datas Comemorativas
Dia Nacional do Trigo
Dia da Esquadra Brasileira
Dia do Feirante
Dia Estadual da Saúde Auditiva
Dia Internacional da Contabilidade
Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento
Dia Nacional da Nota Fiscal
Dia da indústria automobilística
Dia Mundial de Conscientização sobre os Tumores Neuroendócrinos - Um tipo de tumor raro, de evolução lenta e indolor, que Pode se localizar nos pulmões, ao longo do tubo digestivo [incluindo apêndice, estômago, intestino delgado e grosso, reto e pâncreas], cujos sintomas, sendo mais freqüentemente, rubor facial, diarreia e pressão alta, podem demorar anos para aparecer, o que faz com que o diagnóstico possa demorar a ser concluído, Na maioria dos casos, quando o paciente já esteja em fase avançada da doença.

Dia das Vítimas da Violência - comemorado no Estado brasileiro de São Paulo, conforme Lei Nº 11862 de 17 de janeiro de 2005, para marcar a data do encontro dos corpos do casal de jovens namorados brasileiros, Felipe Caffé [19 anos], e Eliana Bei Friedembach [16 anos], que se deu em 10 de novembro de 2003, e que causou profunda indignação na sociedade brasileira, reacendendo então o debate a respeito da maioridade penal no Brasil, depois de os namorados terem sido torturados e assassinados, e a jovem haver sido estuprada em forma de rodízio e de maneira quase que ininterrupta entre 1 e 5 de novembro de 2003 na zona rural da cidade brasileira de Embu Guaçu-SP na região metropolitana da capital paulista.

Fatos e Eventos Históricos
1855 - Um tremor de terra provoca a morte de cem mil pessoas em Tóquio, no Japão.
1937 - Tropas do exército cercam o Congresso, que é dissolvido. O presidente Getúlio Vargas implanta o Estado Novo e outorga a quarta Constituição brasileira, inspirada nos regimes fascistas europeus.
1943 - O governo brasileiro lança uma campanha de recrutamento para o combate às forças do Eixo na Segunda Guerra Mundial.
2009 - Apagão deixa parte do Brasil sem energia desde a noite até a madrugada seguinte devido a uma falha na Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Santos do dia
São Leão Magno, papa


sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Direita derrotada tenta se articular para formar um novo partido

Do 247

A direita institucional brasileira, praticamente destruída com a eleição de Bolsonaro e com a ascensão do igualmente extremista João Doria a maior liderança do PSDB, tenta se reorganizar para formar um novo partido de oposição moderada ao novo governo.

Segundo reportagem dos jornalistas Monica Gugliano, Vandson Lima e Malu Delgado, as conversas reúnem até ex-adversários, como o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf (MDB), ambos derrotados por João Doria (PSDB) na disputa pelo governo estadual. Além dos dois, participam das negociações o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o apresentador Luciano Huck, o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung e o ex-deputado Aldo Rebelo (Solidariedade).

Alckmin e Tasso jantaram na terça-feira na casa do senador, em Brasília, e chegaram à conclusão de que ficará insustentável a permanência no PSDB, caso João Doria tenha êxito na tentativa de assumir o comando do partido e aproximá-lo de Bolsonaro. Em artigo publicado no domingo, Fernando Henrique Cardoso batizou a movimentação em curso da direita de o "centro radical". "A consolidação de um novo movimento requer desde já a pavimentação de alianças, não só no círculo político, mas principalmente na sociedade, para formar um polo aglutinador da construção de um futuro melhor", afirmou o ex-presidente.

No jantar dos tucanos, a pior sinalização quanto ao futuro do PSDB aconteceu com a sinalização dos outros dois tucanos eleitos governadores (Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul) de que se união a Doria na "bolsonarização" do partido.

Paulo Hartung, que anunciou nesta quinta (8) sua desfiliação do MDB, é o principal articulador do projeto.

Fonte https://www.valor.com.br/politica/5975967/centro-progressista-articula-criacao-de-um-novo-partido

O camaleão mimado oportunista

       Charges do Amarido