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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Jovem trabalhadora de Paiçandu morre ao bater motocicleta contra poste


Trabalhadora moradora da cidade de Paiçandu perde o controle bate moto contra poste e não resiste aos ferimentos, o acidente ocorreu na noite desta Terça Feira 29/05 por volta das 20:40 na marginal da PR-323.

Aldenice Nunes Pereira de 33 anos, estava conduzindo uma Biz 125CC. enquanto retornava para casa em Paiçandu após o dia de trabalho, quando acabou batendo contra um poste que fica às margens da via.

Aldenice trabalhava na loja de conveniência do posto Matsuda. 
Equipes do Corpo de Bombeiros e médico do Samu foram acionados mas infelizmente nada puderam fazer.

Lamentavelmente a jovem trabalhadora iria entrar de férias nesta quarta-feria e já estava com viagem marcada com a família.



Gasolina exorbitante "Pague e cala-te !"

Dilma Bolada voltou e pergunta

Atenção conteúdo inapropriado para menores de idade

Ampliação do Hospital de Paiçandu, estado em apoio à parceria com Cesumar


A governadora Cida Borghett recebeu nesta terça-feira (29), no Palácio do Iguaçu, o prefeito de Paiçandu (Noroeste), Tarcísio Marques dos Reis, e o reitor da UniCesumar, Wilson de Matos Silva. No encontro, foram discutidas ações para avanços na área de saúde no município, como as obras no Hospital Municipal São José, que incluem a reforma do centro cirúrgico e da ala pediátrica, hoje interditados. O investimento previsto é de R$ 1,3 milhão e o Governo do Estado assegurará parte recursos.

O aporte ocorrerá por meio do Programa de Apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS Paraná (HospSUS) da Secretaria de Estado da Saúde e a expectativa é que o pleno atendimento da instituição seja retomado no próximo ano.

Cida ressaltou que o Estado manterá os investimentos na área e que a meta é regionalizar os atendimentos e fortalecer os projetos de prevenção. “Temos o compromisso com a melhoria da saúde dos paranaenses e também grandes parceiros nesse processo de construção de ações que impactem na vida das pessoas”, disse.

PARCERIA – Na reunião foi apresentada à governadora a parceria do município com a UniCesumar para a ampliação dos atendimentos do Hospital Municipal São José. A prefeitura disponibilizará a estrutura do hospital para os médicos-residentes da instituição de ensino realizarem as atividades práticas de atendimento à população. Em contrapartida, a faculdade investirá R$ 200 mil para obras de reparos. “É uma grande notícia para a população de Paiçandu”, disse a governadora.

De acordo com o prefeito, com a reforma do prédio e o reforço no quadro de profissionais será possível ampliar o atendimento para os pacientes de cinco municípios da região. “Vamos dar resolutividade no atendimento hospitalar e melhor o atendimento para a população. O município continua com a administração do hospital e a UniCesumar disponibilizará o corpo clínico”, explicou.

O reitor da UniCesumar, Wilson de Matos Silva, destacou que a parceria com o hospital só foi possível com o apoio do Estado. “A alocação de verbas adicionais do Estado para a reforma do espaço será fundamental para firmarmos essa parceria”, disse.

Também participaram do encontro o Presidente da Câmara de Paiçandu Nilson Extra Bom o deputado federal Ricardo Barros e os deputados estaduais Maria Victória e Dr. Batista.

domingo, 27 de maio de 2018

Paiçandu PR - A favor dos Caminhoneiros empresários, comerciantes, agricultores e população se reuniram no pátio do posto Pinheirão


Sexta Feira 25 de Maio, uma multidão se reuniu no pátio do Posto Pinheirão para se posicionar totalmente favorável às reivindicações dos profissionais do volante. De lá partiram para se juntarem aos caminhoneiros que à poucos metros se concentravam na PR 323.

O comercio e empresas da cidade fecharam as portas as 17h para o protesto.

Petroleiros vão parar por 72 horas, exigindo mudanças na Petrobras

Veja na íntegra o que diz A FEDERAÇÃO ÚNICA DOS PETROLEIROS - Matéria publicada no site da Federação:http://www.fup.org.br/ultimas-noticias/item/22733-petroleiros-vao-a-greve-para-baixar-precos-do-gas-de-cozinha-e-dos-combustiveis


Petroleiros vão à greve para baixar preços do gás de cozinha e dos combustíveis


A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos filiados convocam a categoria petroleira para uma greve nacional de advertência de 72 horas. Os trabalhadores do Sistema Petrobrás iniciarão o movimento a partir do primeiro minuto de quarta-feira, 30 de maio, para baixar os preços do gás de cozinha e dos combustíveis, contra a privatização da empresa e pela saída imediata do presidente Pedro Parente, que, com o aval do governo Michel Temer, mergulhou o país numa crise sem precedentes.

A atual política de reajuste dos derivados de petróleo, que fez os preços dos combustíveis dispararem, é reflexo direto do maior desmonte da história da Petrobrás. Os culpados pelo caos são Pedro Parente e Michel Temer, que, intensifica a crise ao convocar as força armadas para ocupar as refinarias. A FUP repudia enfaticamente mais esse grave ataque ao Estado Democrático de Direito e exige a retirada imediata das tropas militares que estão nas instalações da Petrobrás.

A greve de advertência é mais uma etapa das mobilizações que os petroleiros vêm fazendo na construção de uma greve por tempo indeterminado, que foi aprovada nacionalmente pela categoria. Os eixos principais do movimento são a redução dos preços dos combustíveis, a manutenção dos empregos, a retomada da produção das refinarias, o fim das importações de derivados de petróleo, não às privatizações e ao desmonte da Petrobrás e pela demissão de Pedro Parente da presidência da empresa.

Já neste domingo, 27, os petroleiros farão novos atrasos e cortes de rendição nas quatro refinarias e fábricas de fertilizantes que estão em processo de venda: Rlam (BA), Abreu e Lima (PE), Repar (PR), Refap (RS), Araucária Nitrogenados (PR) e Fafen Bahia.

Na segunda-feira, 28, a FUP e seus sindicatos realizarão um Dia Nacional de Luta, com atos públicos e mobilizações em todo o Sistema Petrobrás, denunciando os interesses que estão por trás da política de preços de combustíveis, feita sob encomenda para atender ao mercado e às importadoras de derivados. A gestão entreguista de Pedro Parente está obrigando a Petrobrás a abrir mão do mercado nacional de derivados para as importadoras, que hoje são responsáveis por um quarto de todos os combustíveis comercializados no país.

O número de importadoras de derivados quadruplicou nos últimos dois anos, desde que Parente adotou preços internacionais, onerando o consumidor brasileiro para garantir o lucro do mercado. Em 2017, o Brasil foi inundado com mais de 200 milhões de barris de combustíveis importados, enquanto as refinarias, por deliberação do governo Temer, estão operando com menos de 70% de sua capacidade. O povo brasileiro não pagará a conta desse desmonte.

Todos contra a entrega do Sistema Petrobrás.

Todos contra o aumento dos combustíveis.

Privatizar faz mal ao Brasil.

Fora Pedro Parente!

[FUP]

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Editoria Gazeta do Povo

Opinião

O cenário é bastante complexo. A política de reajustes quase diários da Petrobras, seguindo o mercado internacional, foi uma escolha que se revelou acertada para recuperar o caixa e a credibilidade da empresa, destruídos pela irresponsabilidade da herança lulopetista. O presidente da empresa, Pedro Parente, primeiro defendeu a política com unhas e dentes, mas ontem anunciou que reajustaria o preço na refinaria por 15 dias. Pode ter sido uma escolha estratégica diante de uma crise que escalou rapidamente, mas há custos para a credibilidade da empresa que já se sentem nas ações da companhia. O fantasma do controle de preços é preocupante também porque está na raiz de muitas das distorções do mercado de refino no Brasil: apesar de a Petrobras não ter mais esse monopólio desde 1997, os altos custos e a concorrência desleal do governo criam entraves à expansão de refinarias privadas. No limite, as contradições de uma empresa que não se decide entre proteger o consumidor brasileiro de choques na cotação internacional ou remunerar seus acionistas e investir em modernização deveriam trazer de volta a discussão sobre a necessidade de uma estatal do petróleo.

As reações da classe política também surpreendem. O movimento dos caminhoneiros é forte, parece contar com a simpatia da população, o governo federal está enfraquecido, sem nenhum capital político e cercado pelo clima de fim de feira. Em ano eleitoral, isso convidou o Legislativo às velhas soluções populistas, fiscalmente irresponsáveis e focadas no curto prazo. Se a proposta de zerar a Contribuição da Intervenção no Domínio Econômico (Cide) em meio à crise fiscal já era preocupante, a solução do Congresso Nacional de zerar o Pis/Cofins é ainda mais alarmante. Por mais que a Câmara tenha aprovado ontem o projeto de reoneração da folha de pagamento de 28 setores – que ainda depende de uma aprovação incerta pelo Senado –, Executivo e Legislativo se contradizem sobre o impacto da medida nas contas públicas, aumentando a pressão sobre uma perspectiva já assustadora de déficit público de R$ 159 bilhões para este ano. É surpreendente, ainda, lembrar que a falta de disposição do Congresso em aprovar medidas impopulares esteve na origem da decisão do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles de aumentar o Pis/Cofins.

Opinião da Gazeta: Resistir às tentações (editorial de 23 de maio de 2018)

Qualquer que seja a solução encontrada, o país já terá perdido, pelos maus exemplos a que assistimos nesses dias: a tentação da irresponsabilidade fiscal, a impressão de que quem grita mais alto obtém benefícios às custas do restante da população – no longo prazo, as distorções do mercado aumentam o preço para todo mundo –, e o afastamento de uma opção de desenvolvimento para o país com mais liberdade econômica. Também sai perdendo nossa capacidade de planejamento: afinal, ninguém explica como as decisões aventadas agora lidam com os problemas que subjazem a toda a confusão.

Os impostos federais têm impacto no preço do combustível, mas é o ICMS estadual que tem mais peso. Seja como for, não será possível reduzir impostos se não enxugarmos o Estado como um todo, revendo os gastos públicos. Além disso, as condições do mercado internacional, que já analisamos neste espaço, apontam para a manutenção da tendência de alta nos preços, o que pode recolocar o mesmo problema que estamos enfrentando daqui algumas semanas ou meses. O mais razoável seria esperar pelo novo equilíbrio – basta pensar que a alta dos preços permite que os Estados Unidos voltem a se inserir no mercado como produtores. Tampouco se pode esquecer a política de subsídios à compra de caminhões no governo Dilma Rousseff (PT), que tem responsabilidade na queda do preço do frete. Por fim, é preciso lembrar que essa crise seria bem menor se o Brasil não fosse tão dependente do modal rodoviário, o que nos convida a planejar melhor o desenvolvimento do país.

Nada disso é solucionável com um passe de mágica, muito disso é consequência de decisões equivocadas do passado, mas uma classe política com visão de longo prazo aproveitaria o momento que estamos vivendo para destravar os gargalos estruturais do setor – infelizmente, não é isso que está ocorrendo. Também não há dúvidas de que cada crise é uma oportunidade para exercitarmos o protagonismo da sociedade civil e buscarmos soluções dialogadas. Se isso for feito dentro da lei e da convivência democrática, será positivo por si só. No entanto, da maneira como a solução parece estar se encaminhando, estamos mais uma vez reforçando a tendência de sacrificar o futuro para garantir as gambiarras do presente e de apelar para a força antes do convencimento. Que ao menos não nos esqueçamos disso no debate eleitoral deste ano.

25 de maio

De quem é o poder?

A realidade


Sociedade organizada estão indo pras ruas em apoio aos caminhoneiros