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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Pegou mal para o Presidente Temer a tentativa de homenagear Jogadores do Chape

O presidente pretende homenagear as vítimas do Chapecoense, mas, com receio de protestos, não quer se arriscar aparecendo no velório previsto para este sábado (3) na Arena Condá. Portanto, Temer quer que as famílias sigam até ao aeroporto para receberem dele “meus pêsames” ou “meus sentimentos.

Pegou muito mal; veja o que disse o Pai do zagueiro Filipe Machado sobre essa situação embaraçosa:



ATUALIZANDO: O Presidente Michel Temer saiu do aeroporto e foi até o estadio do Chapecoense. A desculpa colou bem depois da gafe.

"Não poderia dizer ontem que iria ao estádio porque a segurança colocaria pórticos e revistaria as pessoas que entram. Só comuniquei agora para facilitar a vida de todos", disse Temer para justificar porque confirmou apenas hoje que iria à Arena Condá e não apenas ao aeroporto.

Rapaz que alegrava crianças em meio a guerra morre em ataque na Síria

   Fotos e Informações G1.GLOBO

Voluntário sírio de 24 anos que se vestia de palhaço para distrair crianças traumatizadas em meio ao cerco à cidade de Aleppo foi morto em um ataque aéreo no começo da semana.

"Ele vivia para fazer as crianças rirem e se sentirem felizes no lugar mais escuro e perigoso do mundo", escreveu no Facebook Mahmoud al-Basha, irmão de Anas. "Ele se recusou a sair da cidade para continuar o trabalho como voluntário para ajudar os civis, dar presentes e esperança às crianças"

Na última quarta-feira, o responsável pelas operações humanitárias da ONU, Stephen O'Brien, advertiu que o leste de Aleppo corre o risco de tornar-se "um gigantesco cemitério" caso os combates continuem e a entrada de ajuda humanitária permaneça bloqueada.

Mais de 300 mil pessoas morreram e milhões foram obrigadas a fugir desde o início da guerra na Síria, há quase seis anos.

Calcula-se que 250 mil pessoas ainda estão vivendo na cidade sitiada, das quais 100 mil são crianças.
Não há hospitais funcionando e os estoques de alimentos estão no fim.

Matéria Completa clique a seguir:http://g1.globo.com/mundo/noticia/a-tragica-morte-de-palhaco-que-alegrava-criancas-em-meio-a-guerra-em-aleppo.ghtml


Desembargador Laercio Laurelli pede que os dois poderes ainda confiáveis assumam o Brasil, Exercito e Judiciário


Assista o vídeo com a interpretação e tire suas próprias conclusões, neste momento em que a nação Brasileira não mais suporta tanta imposição...

Saiu pela culatra

     https://amarildocharge.wordpress.com/2016/12/02/pela-culatra/

31,2 milhões é o valor de prédio alugado por Ministro Ricardo Barros


Ricardo Barros matou no peito e, apesar da discordância da Anvisa em peso, alugou sem licitação um prédio em Brasília para ser a sede da agência, instalada num recém-reformado prédio também ma capital.
O Diário Oficial publica hoje a dispensa da licitação, no valor de R$ 31,2 milhões.

O prédio pertence a Paulo Octavio, ex-vice-governador do Distrito Federal. Barros defende que a medida vai economizar recursos, porque vai colocar a agência num mesmo prédio de outras áreas do Ministério da Saúde.
Técnicos da Anvisa chegaram a ir à Casa Civil reclamar, apresentado razões que apontam a falta de necessidade e o risco à independência da Avisa, responsável por fiscalizar também o próprio ministério.

Fonte Wilson Dias Agencia Brasil  - Jornal O GLOBO

Uso de cadeirinhas em vans escolares é suspenso pelo conselho Nacional de Trânsito


Assim como ocorreu com os kits de primeiros socorros, os extintores de incêndios, agora é a vez das cadeirinhas de veículos escolares. Ontem Feira 01 de Dezembro o CONTRAN suspendeu a obrigatoriedade do item; donos desses veículos que á compraram estão p. da vida.

Mais: AQUI.

Economia solidária: uma outra economia é possível

Por Lourença Santiago Ribeiro

As mudanças estruturais ocorridas no Brasil, a partir da década de 70, fragilizaram o modelo tradicional de relação de trabalho, interferindo na política, na economia, no mercado profissional e, por conseguinte, nas questões sociais. Essa situação podia ser observada a partir do aumento da informalidade e na precarização das relações formais de emprego, já que, devido à falta de oportunidades de trabalho, as pessoas aceitavam que seus direitos fossem negados. Nesse contexto, surgem no país alternativas ao modo de produção existente. Tais iniciativas se fundamentam nos princípios da solidariedade, da sustentabilidade, do trabalho coletivo, da cooperação, da prática da autogestão e a centralidade no ser humano.

Apesar de a Ecosol ter surgido como alternativa para geração de trabalho e renda, uma análise preliminar na literatura aponta para a existência de ao menos três vertentes, ou três abordagens diferentes para a Economia Solidária: a primeira faz um olhar para o modelo de gestão praticado por Empreendimentos Econômicos Solidários, a autogestão; a segunda discorre sobre a importância da economia solidária para organização dos trabalhadores, na geração de trabalho e renda e de inclusão social; e a terceira tem investigado a EcoSol como outro modelo de desenvolvimento, que preocupa-se com o ser humano e com o meio ambiente.

A autogestão acontece por meio da adoção de práticas que valorizam e propiciam participação, democracia, coletividade e autonomia de um coletivo. Trata-se de um exercício cotidiano de partilha, que fortalece os relacionamentos e a cooperação entre os membros do empreendimento. A horizontalidade nas relações, a transparência e a confiança são fundamentais nesse modelo de gestão. Nessa forma de organização, todos os trabalhadores participam tanto da tomada de decisão quanto de sua execução. O poder de decisão cabe, portanto, exclusivamente aos trabalhadores.

A história mostra que a EcoSol se fortalece em momentos de crise do capitalismo, foi assim na Inglaterra no século XVIII quando surgiu o movimento cooperativista, e no Brasil, no final do século XX e início do século XXI, com o surgimento do movimento denominado Economia Solidária.

Nesse sentido, tendo em vista a situação econômica e social, especialmente do Brasil e dos países da América Latina, que passam por um período de estagnação econômica, bem como de diminuição dos postos formais de trabalho, a EcoSol constitui-se como uma possibilidade real de inclusão social, geração de trabalho e renda e de superação da pobreza, e mais, como um modelo de desenvolvimento para o país.

São muitas experiências no Brasil e no mundo que mostram que é possível produzir, distribuir e consumir de forma justa, solidária e sustentável, gerando trabalho e distribuição de renda, superando a alienação do trabalho e promovendo o bem viver.

Lourença Santiago, coordenadora da Trilhas Incubadora Social Marista, do Grupo Marista.

Fernando Henrique Cardoso dá sinais de abandonar " A pinguela"


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já se distancia de Michel Temer – a quem chama de "pinguela" – e também descarta assumir a presidência da República, por meio de eleições indiretas.

"Prefiro acreditar que isso não vá acontecer. Faço todo esforço para que não haja a queda de Temer. Mas se a pinguela cair, o Congresso terá de convocar eleições diretas. Porque é difícil governar nessa situação de escolha indireta pelo Congresso", disse FHC, em entrevista ao jornalista Mario Sergio Conti.

FHC já havia chamado o governo Temer de pinguela em setembro, em uma entrevista ao jornalista Josias de Souza

Fonte 247

"Temer respira por aparelhos" Escreve Jornalista Eric Nepomuceno

Eric Nepomuceno é Jornalista desde 1965. Em 1986 abandonou o jornalismo diário; desde então, escreve ocasionalmente para a imprensa do Brasil, da Espanha e do México. É tradutor e contista premiado, além de autor de livros de não-ficção. Traduziu para o português obras de Julio Cortázar, Eduardo Galeano, Gabriel Garcia Márquez e Juan Carlos Onetti, entre outros. Tem contos em antologias e revistas literárias de diversos países.

Até quando ele terá utilidade? Enquanto essa pergunta ronda os ares em busca de uma resposta, presidente sobrevive, mais do que nunca, nas mãos dos artífices do golpe.

Algo novo e surpreendente está ocorrendo no Brasil: o governo de Michel Temer, surgido de um golpe institucional que destituiu a presidenta Dilma Rousseff, se deteriora em velocidade alucinante.

Enquanto se aprofunda a mais severa recessão já vivida pelo país, com todos – absolutamente todos – os indicadores econômicos retrocedendo de forma contundente, Michel Temer demonstra fartamente que sua ausência de estatura (política, ética e moral) para ocupar a presidência do maior país latino-americano corresponde a uma extrema inabilidade para conduzir-se em meio à tempestade.

Nos últimos dias ficou claro que seu governo está às portas da agonia. Respira graças ao aparato constituído basicamente pelo respaldo com que ainda conta no Congresso e, especialmente, o apoio com que o brinda o PSDB do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do senador derrotado em 2014 Aécio Neves – além do empresariado e do mercado financeiro. É um caso claríssimo e gravíssimo de sobrevivência a respirar por aparelhos.

Para tornar mais sombrio seu horizonte, as manifestações contra o governo voltaram a ocupar as ruas com força redobrada.

As evidências de que Temer tentou intervir em favor de Geddel Vieira Lima – obrigado a renunciar à Secretaria de Governo e à condição de principal articulador com o Congresso, em um ato claro de corrupção – são concretas. Envolvido em um caso claríssimo de manipulação de órgãos públicos em defesa de interesses pessoais, Geddel deflagrou a crise profunda. Um jovem ambicioso, diplomata de carreira inexpressivo, Marcelo Calero deixou o Ministério da Cultura atirando. E seus alvos foram o poderoso ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, além do próprio Temer. Precavido, Calero gravou suas conversas com o presidente e seus auxiliares mais próximos.

Agiu aconselhado por “amigos da Polícia Federal”. Ou seja, agentes do Estado orientaram um ministro a gravar o presidente da República. E assim se pôde comprovar que Temer interveio em defesa de interesses particulares – e nada republicanos – de Geddel. No momento, cabe à Procuradoria-Geral da República decidir se encaminhará o caso ao Supremo Tribunal Federal, pedindo abertura de investigação contra o presidente.

A propósito: com exceção de Marcelo Calero, todos os demais – todos – estão citados em denúncias de corrupção. Tão logo a Corte Suprema homologue acordos de delação premiada dos mais altos executivos da Odebrecht, serão conhecidos os nomes de cerca de 200 políticos que teriam recebido dinheiro ilegal por parte da construtora. Entre eles, pelo menos metade dos integrantes do governo Temer.

O que mais chama a atenção da classe política e da opinião pública é a quantidade das denúncias que se reproduzem a velocidade impressionante contra o governo, o Congresso e o próprio presidente da República. E ao mesmo tempo a incapacidade de Temer de superar os obstáculos que surgem a cada dia.

Está cada vez mais claro que Temer, definitivamente nas mãos do PSDB, não tem mais condições de conduzir o governo. Ele se manterá acomodado na cadeira presidencial enquanto cumprir os desígnios de Fernando Henrique e companhia, e enquanto conseguir sustentar a agenda econômica determinada pelos agentes do capital.

Também chama atenção o nítido abandono de Temer pelos meios hegemônicos de comunicação, um dos pilares fundamentais para o êxito do golpe institucional que o conduziu à presidência.

A cada dia cresce a impressão de que reserva a Michel Temer o mesmo destino de Eduardo Cunha, preso em Curitiba, nas mãos do juiz de primeira instância Sérgio Moro. Como presidente da Câmara, foi o instrumento essencial para a abertura do processo de afastamento de Dilma Rousseff. Uma vez cumprida sua missão, descartado por seus pares, Cunha voltou a ser nada mais do que um exemplo concreto da corrupção desenfreada que contamina o sistema político brasileiro.

Vice de Dilma, Temer a sucedeu no golpe. A presidenta eleita por 54 milhões de brasileiros foi destituída sem que fosse apresentada uma única prova de haver cometido crime de responsabilidade.

Contra Temer, a prova existe, graça a seu fugaz ministro da Cultura. Mais do que nunca o ainda presidente está nas mãos dos artífices do golpe. Até quando terá utilidade? Enquanto essa pergunta ronda os ares em busca de uma resposta, Temer sobrevive, mas respirando por aparelhos.

Na próxima esquina, soberbo e sorridente, Fernando Henrique Cardoso espera sua vez. Há poucos dias, soltou uma frase fulminante, referindo-se ao debilitado governo Temer: “É fraco, mas é o que temos”.

Faltou completar: “Por enquanto”.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

"A disputa continua" mesmo depois das eleições


Não é de hoje que as disputas políticas em Paiçandu continuam, mesmo após os resultados das eleições, e com certeza não será a ultima. Eis que uma contestação surge, afinal o que vai acontecer; a cidade se pergunta?

 Ajuizada no início de novembro pela coligação Unidos por Paiçandu, formada por PR-PTC-SD-PRTB. A ação denuncia que o prefeito fez campanha eleitoral de forma irregular. O processo incluiria gravações em vídeo. Segundo o informativo Rigon Notícias A ação de investigação judicial eleitoral marcou audiência de testemunhas para amanhã, às 13h.
A promotora Elhanei Libreloto, do Ministério Público Eleitoral, solicitou a instrução suplementar.