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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Conheça a incrível história da bebezinha que literalmente nasceu 2 vezes, ela foi retirada operada e recolocada no útero

A menina foi retirada da barriga da mãe para passar por uma cirurgia aos cinco meses de gestação e depois foi colocada de volta por mais três vezes, para completar a gestação.

A pequena Lynlee Boemer irá fazer aniversário mais de uma vez ao ano, pois, tecnicamente ela "nasceu" duas vezes.

As únicas alternativas eram a interrupção da gravidez ou uma cirurgia fetal que tinha grande chance de não ser bem sucedida devido à gravidade do caso. “LynLee não tinha muita chance. Em 23 semanas, o tumor estava desligando seu coração e fazendo-a entrar em insuficiência cardíaca, por isso foi uma escolha entre de permitir que o tumor tomasse conta de seu corpo ou dar-lhe uma chance de vida. Foi uma decisão fácil para nós: quisemos dar a sua vida. Tipo de um milagre.”, disse Margaret.

Ao fim do procedimento, ela foi colocada de volta no útero de sua mãe. O coração de Lynlee praticamente parou durante a operação, mas um especialista a mantinha viva enquanto a maior parte do tumor era removida, acrescentou. Por essa razão, ela tinha que escolher entre duas opções: abortar ou realizar a cirurgia no bebê.

Leia mais sobre essa magnífica história clicando AQUI.

Pelo menos 1072 escolas estão ocupadas em todo país diz UBES


Mais de mil escolas e outros espaços estão ocupados em todo país por estudantes, de acordo com balanço divulgado pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). Ao todo, segundo a entidade, são 995 escolas e institutos federais, 73 campi universitários, três núcleos regionais de Educação, além da Câmara Municipal de Guarulhos, o que totaliza 1.072 locais.

Não há um balanço nacional oficial. E, em algumas localidades, há divergência quanto aos números. Por exemplo, o estado do Paraná concentra o maior número de ocupações. De acordo com os estudantes, são 847 locais. Já o governo afirma que 792 escolas estão ocupadas.

Minas Gerais aparece em segundo lugar, com 48 ocupações; Rio Grande do Sul, com 13; Goiás e Rio Grande do Norte, com nove cada, conforme dados dos estudantes.

Reivindicações

O movimento é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, cujas discussões para votação em segundo turno na Câmara dos Deputados foram retomadas hoje (25). A PEC limita os gastos do governo federal pelos próximos 20 anos. Estudos mostram que a medida pode reduzir os repasses para a área de educação, que, limitados por um teto geral, resultarão na necessitará de retirada recursos de outras áreas para investimento no ensino.

Continue lendo na Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br


Depois do calorão vem chuva e frio


A formação e deslocamento de um grande ciclone extratropical deixa o Sul do Brasil em alerta para ventania, que poderá ocorrer mesmo sem estar chovendo. As rajadas mais intensas e persistentes, que podem passar de 100 km/h em regiões montanhosas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina devem ser sentidas principalmente durante a quarta e a quinta-feira, 27 de outubro.

O ar polar entra com forte intensidade sobre o Rio Grande do Sul durante a quinta-feira fazendo a temperatura cair bastante. Mas na sexta-feira, 27, o ar frio se espalha por toda a Região Sul. Não são esperados recordes de frio, mas as manhãs de sexta-feira e do próximo fim de semana serão com frio acima do normal, para os padrões comuns do fim de outubro, e toda a Região Sul.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Esse é o inventor mais doido que já apareceu

PEC 241 " É uma declaração de guerra" Diz Economista Nildo Ouriques


São Paulo – Em vídeo divulgado nas redes sociais, o economista e presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Nildo Ouriques, avalia que a Proposta de Emenda à Constituição 241, de 2016, que impõe um teto para os gastos sociais e com saúde e educação pelos próximos 20 anos, é uma “declaração de guerra” contra o povo brasileiro. “A saúde, a educação, as condições de vida não estão boas. E eles estão dizendo, vai piorar. E não é por quatro ou cinco anos. É por vinte. Ou seja, é uma declaração de guerra contra nós. É uma guerra de classe”, afirma.

Para Ouriques, está sendo construído um discurso para iludir a população a acreditar que o maior problema brasileiro são os impostos muito elevados, que inibiriam investimentos e a iniciativa das pessoas, e a irresponsabilidade dos governos. “Todo o esforço da classe dominante brasileira consiste em iludir a população, criar uma ideologia, segundo a qual a crise é consequência da irresponsabilidade dos governos, que arrecadam muito e gastam muito mal. E não bastasse isso, ainda tem a corrupção, que é a forma mais deslavada de inépcia e desrespeito com os assuntos públicos”, avalia.

Ele, porém, ressalta que o principal dispêndio dos governos federal, estadual e municipal não é com áreas sociais, mas sim com juros e amortizações de um sistema de dívida, que consome uma imensa parte da arrecadação de impostos e dos ativos que os governos vendem – privatizam. Porém, não há nenhuma medida quanto à dívida, somente contra os gastos considerados sociais. “E terá de ser por vinte anos. Não é que essa disciplina resolverá o problema em 20 anos. É que como vamos manter intocável o pagamento de juros, então não tem outra alternativa a não ser apertar a população. Diminuindo direitos previdenciários, reduzindo vagas em universidades, tudo o que está sendo proposto”, afirma.

Ouriques lembra que no começo do Plano Real, em 1994, a dívida brasileira era de aproximadamente R$ 64 bilhões. Hoje são cerca de R$ 4 trilhões. “Os que decidiram fazer o Plano Real elevaram radicalmente a taxa básica de juros a mais de 50%. E deram como alternativa aos capitalistas comprar Títulos da Dívida Pública. Remunerados a um tal valor com uma taxa tão elevada, que era melhor emprestar dinheiro ao governo do que investir na produção de produtos”, relata. Hoje, a dívida consome entre 40% e 43% do orçamento da União, aliada a uma das maiores taxas básicas de juros do mundo.

“A carga tributária não é elevada porque precisa pagar salários astronômicos para deputados e juízes, mas porque precisa manter o pagamento de juros e amortizações da dívida. Precisa de uma auditoria. É o maior esquema de corrupção da República”, disse. “Mas nós próximos 20 anos o que vai governar a vida é uma austeridade contra o povo”, completa.

Ouriques defende uma auditoria da dívida pública, além de uma atuação firme do governo em outras áreas que efetivamente contribuem para o déficit financeiro do governo: excesso de incentivos fiscais, sonegação de impostos e evasão de divisas. Hoje o país tem uma dívida ativa – valores devidos por empresas e pessoas aos governos – de R$ 1,5 trilhão. Dessa dívida, cerca de R$ 250 bilhões correspondem a causas já transitadas em julgado. “O capitalista não tem mais a quem recorrer. O governo poderia lançar mão desse valor para equalizar a dívida. Mas ele não faz”, afirma.

Além disso, segundo Ouriques, ao menos US$ 1,5 trilhão está depositado por brasileiros em paraísos fiscais. “Esse dinheiro saiu daqui sem tributação, de forma ilegal, não sabemos como foi adquirido. E todo ano tem no Congresso uma lei propondo anistiar isso, com a justificativa de que o país precisa de capitais. E é cobrada uma parcela mínima do imposto devido, que permite ao capitalista legalizar esse dinheiro”, ressalta. Outros R$ 500 bilhões são sonegados por ano, segundo estimativas do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda (Sinprofaz), que denuncia repetidamente a precarização dos trabalhadores, que impede a atuação.

O Celular e a Bíblia


Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?

E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, ou no escritório?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?

Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal.
Ela 'pega' em qualquer lugar. Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.

"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" (Is 55:6)

*NELA ENCONTRAMOS ALGUNS TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Quando você estiver triste, ligue João 14.14 - Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.

Quando pessoas falarem de você, ligue Salmo 27.1 - O Senhor é a minha luz e a minha salvação;
de quem terei temor?

Quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51.10 - Cria em mim um coração puro, ó Deus,
e renova dentro de mim um espírito estável.

Quando você estiver preocupado, ligue Mateus 6:19 - "Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e onde os ladrões arrombam e furtam.

Quando você estiver em perigo, ligue Salmo 91 -9 ,10 - Se você fizer do Altíssimo o seu abrigo, do Senhor o seu refúgio, nenhum mal o atingirá, desgraça alguma chegará à sua tenda.

Quando Deus parecer distante, ligue Salmo 63. 3 - O teu amor é melhor do que a vida! Por isso os meus lábios te exaltarão.

Quando sua fé precisar ser ativada, ligue Hebreus 11. 6 - Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam.

Quando você estiver solitário e com medo, ligue Salmo 23.1 - O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta.

Quando você for áspero e crítico, ligue 1 Coríntios 13.2 Ainda que eu tenha o dom de profecia, saiba todos os mistérios e todo o conhecimento e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei.

Quando quiser saber o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3:13 - Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.

Quando você sentir-se triste e sozinho, ligue Romanos 8:31 - Se Deus é por nós, quem será contra nós?

Quando você quiser paz e descanso, ligue Mateus 11:21 - "O senhor respondeu: 'Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!'

Quando o mundo parecer maior que Deus, ligue Salmo 90 1,2 - Senhor, tu és o nosso refúgio, sempre, de geração em geração. Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a ternidade tu és Deus.

Dário neto 
Edição e adaptação aguinaldo

Bispo Católico Dom Roberto Francisco Ferreíra Paz escreve contra a "PEC devastadora"

Bispo de Campos e Referencial Nacional da Pastoral da Saúde


Esta medida de contenção asfixiante, parte de uma premissa falsa segundo o economista Francisco Funcia, da PUC- SP, que seria a grave situação econômica do país; em nota à imprensa, foi divulgado pelo Ministério da Fazenda, em 24 de junho de 2016: “A situação do Brasil é de solidez e segurança porque os fundamentos são robustos. O país tem expressivo volume de reservas internacionais e o ingresso tem sido suficiente para financiar as transações correntes. As condições de financiamento da dívida pública brasileira permanecem sólidas neste momento de volatilidade nos mercados financeiros em função de eventos externos. A dívida publica federal Nacional conta com amplo colchão de liquidez”.

Como se verifica na declaração não há no país uma situação caótica que exija um ajuste tão violento e brutal, a ponto de “congelar” as despesas federais no patamar dos valores de 2016, por um prazo de 20 anos.

Qual o objetivo é finalidade da PEC 241?
A agenda explícita desta proposta é como está na argumentação do governo interino: “estabilizar o crescimento da despesa primária, como instrumento para conter a expansão da dívida pública”. Esse é o objetivo desta proposta de Emenda à Constituição”. No entanto traduzindo para os efeitos reais da sua aplicação, significa cortes drásticos na saúde, educação, habitação, transportes, etc … para priorizar o absoluto do déficit nominal e da dívida pública.

Esta visão econômica, que volta aos anos 90 da hegemonia neoliberal e do Acordo de Washington, deixa claro que a dívida está muito acima da vida do povo e que a economia para ser sanada exige o sacrifício da população especialmente aqueles que não estão incluídos no mercado.

Para confirmar esta assertiva o Ministro Henrique Meirelles se posiciona em entrevista do 01/07/2016: “As despesas com educação e saúde são itens que … junto com a previdência, inviabilizaram um controle maior das despesas nas últimas décadas. Educação e saúde inviabilizam ajustes”.

Trata-se não só de limitar despesas mas de desconstruir a Arquitetura dos direitos sociais que consolidou o sistema de seguridade social da CF de 1988, quer se eliminar o Estado Social de Direito desmontando o SUS, levando-o a falência e colapso total.


Se passar esta PEC letal, quais serão as consequências para nossa população?
Se a PEC for aprovada, serão perdidos não somente os direitos sociais inscritos na Constituição Federal, mas a qualidade de vida da população brasileira sofrerá um forte rebaixamento, voltando a expectativas de longevidade bem inferiores às atuais. No caso particular da saúde poderão provocar a ampliação de doenças e, até mesmo, mortes diante da redução de recursos para o financiamento do SUS nos próximos 20 anos.

É importante não esquecer que está PEC estabelece que os valores de 2016 serão a base para a projeção de despesas até 2037, ou seja, que não está previsto o crescimento populacional, a mudança de perfil demográfico com o envelhecimento da família brasileira em condições de saúde mais precárias, que demandará mais o sistema, e da incorporação tecnológica crescente neste setor. Para ilustrar o recorte de recursos basta afirmar que esta proposta tivesse sido aplicada no período de 2003-2015 teriam sido retirados do SUS R$ 314,3 bilho?s (a preços de 2015), sendo somente no ano 2015, R$ 44,7 bilhões, cerca de 44% a menos do que foi efetivado pelo Ministério da Saúde no mesmo exercício.

É conveniente alertar também que a redução de recursos federais para o financiamento do SUS atingirão fortemente Estados e Municípios, pois cerca de 2/3 das despesas do Ministério da Saúde são transferidas fundo a fundo para ações de atenção básica, média e alta complexidade, assistência farmacêutica, vigilância idemiológica e sanitária, entre outras.

Existe outro caminho que os cortes na saúde, e o recuo nos direitos sociais?
A pesquisadora em saúde da ENSP/ FIOCRUZ e Diretora Executiva do CEBES, a Dra. Isabela Soares Santos, dá uma resposta positiva citando o Economista de Oxford Dr. David Stuckler que estudou a política econômica de austeridade em 27 países (1995-2011). Este renomado cientista gerou o chamado “multiplicador fiscal ” que mostra o quanto de dinheiro se consegue de volta com diferentes gastos públicos. Os melhores índices multiplicadores vem de gastos com educação e saúde, os piores com a defesa. Ele argumenta: “Saúde é oportunidade de gerar economia e crescer mais rapidamente. Se cortar em saúde, gera mais mortes, aumento e surtos de infecções por HIV, TB, DIP, aumento dos índices de alcoolismo e suicidio, aumento dos problemas de saúde mental, risco de retorno de doenças erradicadas. Saúde não deve ser cortada em situação de crise, pois os governos deveriam investir mais em saúde em tempos de crise, para sair dela”.

Os próprios diretores do FMI criticam as políticas recessivas de inspiração neoliberal, em vista disso, o tripé econômico de meta inflação, altos juros e superávit primário trás como consequências: o aumento da desigualdade, colocam em risco a expansão duradoura e prejudicam seriamente a sustentabilidade do crescimento.

Não seria o caso de ampliar os arranjos públicos privados e favorecer o seguro privado (PHI) para sair de crise?
Na verdade, nestes arranjos públicos privados o sistema público perde (maiores e mais complexas filas), o arranjo contribui para a iniquidade no financiamento no acesso e no uso, o arranjo não diminui a demanda por serviços e financiamento, o arranjo não contribui para os objetivos gerais do SNS (equidade, universalidade e solidariedade), não há evidência que o PHI alivie o SNS.

É interessante constatar que a União Europeia proíbe os países membros de regular o PHI quando houver SNS, com o argumento de defender o “sistema estatutário”, que foi escolhido pela nossa Nação na CF/1988. Lamentavelmente o que vemos é uma aposta crescente no setor privado o que contribui para a segmentação do sistema de saúde brasileiro como um todo, introduzindo a lógica mercantil, abandonando a luta histórica do movimento sanitarista brasileiro que conseguiu a implementação do SUS e sua inserção na Carta Magna, garantindo saúde integral e universal para toda a população.

Que fazer para impedir a PEC 241 e os seus desdobramentos perversos na seguridade social e na saúde?
Em primeiro lugar é necessário ter clareza que esta desconstituição do SUS se apoia na ideologia do Estado Mínimo e no retorno a uma Democracia restringida, tutelada, com os direitos sociais à míngua. O problema para estes economistas sem coração é o estado, o tamanho do SUS.

Em compensação não há medidas para penalizar os mais ricos, achatar as desonerações fiscais, ou para reduzir os juros: o ajuste acaba se concentrando nas despesas que garantem os direitos sociais como meio de criar superávits primários crescentes, visando a diminuição da dívida pública, de acordo com o economista e doutor em saúde coletiva do IMS-UERJ, Carlos Otávio Ocké-Reis.

Na prática, assistiremos ao desmonte do SUS e a privatização do sistema de saúde, onde todo esforço para melhorar as condições de saúde das famílias brasileiras ficará à deriva, prejudicando os recentes avanços obtidos no combate à desigualdade e acesso universal à saúde coletiva.

Em segundo lugar devemos manifestar nosso repudio e indignação, pensando como sempre nos mais pobres que serão as vítimas principais desta política antipopular contra a vida. Conclamar a uma mobilização geral em defesa da Constituição, do Estado Social de Direito, da Seguridade Social e do SUS.

O SUS é nosso, o SUS é da gente, direito conquistado, não se compra nem se vende! Que Jesus o Rosto da misericórdia do Pai, nos ilumine e nos fortaleça na caminhada e defesa de saúde integral e universal para todos os brasileiros(as).

A verdade que poucos economistas tem coragem de dizer

Ladislau Dowbor: Produzimos riqueza suficiente para todos no mundo

Fonte:  Opera Mundi (Diálogos do Sul)

Professor de Economia da PUC-SP diz que, ao contrário do que analistas consultados pela mídia tradicional sugerem, mundo produz riqueza suficiente para suprir necessidades básicas de todo o planeta.

O professor de Economia da PUC-SP Ladislau Dowbor, em entrevista à Revista Diálogos do Sul, debateu os fundamentos da atual crise financeira internacional e as consequências do chamado capital especulativo na vida das pessoas. Em síntese, ressaltou que estamos destruindo o planeta por uma minoria e deixando o grosso da população de fora do sistema. “Nós não temos problema econômico, temos um problema de organização social e política”, afirmou.

O professor ressaltou que, ao contrário do que os analistas de sempre consultados pela grande imprensa sugerem, o mundo produz riqueza suficiente para suprir as necessidades básicas de todo o planeta e exemplifica: se toda a produção do mundo fosse dividida pelos habitantes da Terra, cada família receberia R$ 9 mil por mês, em média.

Mas, ao contrário disso, ressalta, “temos 62 bilionários que têm mais riqueza acumulada do que as 3,6 bilhões de pessoas mais pobres”.
Ele explica que esse processo é possível graças ao sistema especulativo, em que o capital fica parado, gerando lucro apenas via especulação, sem produção e sem pagamento de impostos.

Porém, ele aposta que não há, por parte das populações mais pobres, conformismo com essa situação: “qualquer pobre hoje sabe que poderia ter um hospital, uma escola de qualidade. O pessoal está começando a se mexer e não adianta construir muros”, diz em referência à migração de centro-americanos e mexicanos para os Estados Unidos e à crise de refugiados na Europa.

“Temos US$ 30 trilhões em paraísos fiscais – enquanto o PIB mundial é de US$ 72 trilhões – então essa gente não só não investe, como não paga impostos. Temos um capitalismo de dinheiro parado, um capitalismo improdutivo planetário”, afirma o professor. Ele ressalta que esse montante poderia estar sendo investido para resolver nossos problemas enquanto humanidade, mas está enriquecendo uma minoria.

Nesse contexto, ele observa que a crise brasileira é apenas um aparte em todo o processo da economia global, mas ressalta que a solução para a crise vivenciada no país com a Proposta de Emenda à Constituição 241 (PEC 241, que impõe o teto dos gastos públicos para os próximos 20 anos) não é, ao contrário do que alguns economistas defendem, “um remédio amargo, porém necessário”.

Isso porque que “os bancos geraram o rombo (das contas públicas). O que querem fazer (com a PEC 241) é que o andar de baixo tenha que pagar o rombo, mas quando se reduz investimento, você chupa o dinheiro do andar de baixo e vai travar ainda mais a economia”.

Nova versão de "Os Trapalhões" terá filho do humorista Shaolin como Didi


Conhecido do público pelo bom-moço Lucas de “Velho Chico”, o ator Lucas Veloso, de 20 anos, tem um desafio gigante pela frente em 2017. O filho do humorista Shaolin foi escolhido pelo diretor Ricardo Waddington para interpretar Didi na nova versão de "Os Trapalhões", a ser produzida no início do ano que vem. Com os pés no chão, o jovem não esconde a ansiedade de viver o papel imortalizado pelo ídolo Renato Aragão.

— Aprendi a comer farinha com rapadura assistindo “O Cangaceiro Trapalhão” (1983). Sabia a fala dos quatro de cor. Na hora de gravar, vou ter que gastar primeiro a euforia de fã para depois focar no lado profissional — confessa o jovem, que prefere manter a cautela: — Sabia que estava reservado, mas a Globo ainda não me ligou.

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Motociclista fica inconsciente em forte colisão contra veículo

Por volta das 13:00 desta Segunda Feira um motociclista teve que ser socorrido pela equipe Siate.

O rapaz de 19  T.B.S. que conduzia a motocicleta bateu violentamente na porta de um veículo Logan, o acidente ocorreu na rua Sebastião Lázaro de Souza no Parque Industrial do Jardim Bela Vista I.
Com a força do impacto o jovem ficou inconsciente aguardado o atendimento no asfalto quente, voluntários colocaram um tecido sob a vítima para evitar queimaduras por causa da alta temperatura.
  A porta do automóvel ficou bastante avariada como mostram a imagem feita por Alécio do Serviços Paiçandu. 
   Começo de semana com acidente,Sexta, Sábado e Domingo não houve ocorrência de acidente.