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domingo, 17 de abril de 2016

Futuro de Dilma agora está nas mãos de 81 Senadores


Oposicionistas ao governo Dilma vencem a primeira batalha política no final da noite deste Domingo (17) na Câmara dos Deputados.
Foram ao todo 511  Deputados votantes, 2 faltaram e 7 decidiram não votar ou seja se abstiveram.
O placar ficou 367 "SIM" a favor da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, contra 146 desses 9 não votaram, o que na prática seria 137 ao "NÃO"

Agora  o futuro do mandato presidencial está nas mãos dos 81 senadores.


3 das 5 notícias mais compartilhadas no Facebook são falsas

Por Ricardo Senra Enviado especial, da BBC Brasil a Brasília
Fonte R7

Para pesquisadores, "imaturidade" brasileira nas redes explica popularidade dos boatos

A “guerra da desinformação” nas redes sociais fez mais de 200 mil vítimas na semana que antecedeu o domingo (17) de votação do impeachment, na Câmara dos Deputados.

Levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso à Informação da USP, ao qual a BBC Brasil teve acesso, revela que três das cinco reportagens mais compartilhadas por brasileiros no Facebook entre terça-feira e sábado são falsas.

Apesar de ocuparem o topo do ranking de acessos, as matérias são desmentidas em notas oficiais ou reportagens publicadas pela imprensa (veja mais abaixo).

Os boatos presentes no "top 5" de compartilhamentos na rede social mais popular do país são os seguintes:

"Polícia Federal quer saber os motivos para Dilma doar R$30 bilhões a Friboi" , do site Pensa Brasil (3º lugar no ranking geral da semana, com 90.150 compartilhamentos)

"Presidente do PDT ordena que militância pró-Dilma vá armada no domingo: 'Atirar para matar'" , do site Diário do Brasil (4º lugar, com 65.737 compartilhamentos).

"Lula deixa Brasília às pressas ao saber de nova fase da Lava-Jato. Seria um mandado de prisão?" , do site Diário do Brasil (5º lugar, com 58.601 compartilhamentos).

Procurado pela reportagem, o Diário do Brasil disse que a reportagem sobre o suposto presidente do PDT "não era exclusiva" e insiste que a notícia é real — ainda que o homem retratado na reportagem não seja presidente regional da legenda, que desmentiu o boato.

Sobre o suposto mandado de prisão contra Lula, o site diz que a reportagem original foi publicada em 10 de março, às vésperas da Operação Xepa — que não trouxe qualquer mandado contra o ex-presidente.

A reportagem fez novos questionamentos e perguntou por que a matéria foi republicada no dia 14, mas não teve resposta. OPensa Brasil não respondeu aos questionamentos da BBC Brasil.


“Parte considerável das brasileiras e dos brasileiros entrou na era digital muito recentemente com a popularização dos smartphones. É de se esperar que com o tempo, conforme as pessoas se acostumem com as plataformas e conforme o debate em torno delas amadureça, elas se relacionem com essas ferramentas de maneira mais crítica e menos ingênua”, diz o Professor da USP Marcio Moretto Ribeiro.



TV Brasil transmite ao vivo pela Internet toda cobertura do processo de impeachment



Para acompanhar toda a movimentação do Processo de Impeachment clique no link:http://tvbrasil.ebc.com.br/webtv   Produção EBC



sábado, 16 de abril de 2016

Programação de Desligamento de Energia elétrica


Data: 18/04/2016 - Segunda-feira
Horário(s): 08:30 até às 12:15
Município: PAICANDU
Bairro: JD GUANABARA
Rua: R IPANEMA
Motivo: Manutenção em rede e/ou equipamento

Data: 22/04/2016 - Sexta-feira
Horário(s): 09:45 até às 16:30
Município: PAICANDU
Bairro(s): CANADA  , SANTA MONICA  , SANTA PAULA  , SAO JORGE PQ
Rua(s): AV IVAI , PCA PAULO BOLOGNESE , R ARMANDO F MAGALHAES , R CHICAGO , R GUADALAJARA , R JOSE AIRTON NOVELI , R JOSE LIMEIRA FILHO , R LUIS CARLOS POSSANI , R MONTREAL , R S CAETANO , R S CARLOS , R TEXAS
Motivo: Melhorias e/ou ampliações de rede

Fonte site Copel




Um novo vídeo retrata o desespero de pessoas fugindo do rompimento de represa em Mariana

Publicado em 18 de mar de 2016

Em um vídeo inédito postado por uma das testemunhas da tragédia em uma rede social é possível ver a força da avalanche marrom que desceu montanhas, atingindo e destruindo comunidades e tudo que estava pela frente. O desespero são de pelo menos três pessoas que estavam próximas a Bento Rodrigues, distrito de Mariana, na Região Central de Minas Gerais, que foi devastado pela lama de rejeitos que desceu da barragem do Fundão, em 5 de novembro de 2015

Avalanche de reclamações certamente deve barrar intenção de operadoras de limitar internet

Claro, Oi e Vivo são notificadas por mudanças na internet banda larga fixa

Alvo é a limitação de acesso à internet ao término da franquia. Idec vai à Justiça

O Procon Estadual notificou as operadoras de telefonia Claro, Oi e Vivo para que elas expliquem como é e como vai ficar para os clientes de cada uma delas a oferta de internet banda larga fixa. A questão surgiu a partir de debates nas redes sociais e de matérias na imprensa sobre a limitação do acesso à rede ao término da franquia de dados contratada, com redução de velocidade ou corte da internet - prática já em vigor em alguns casos. Esse procedimento já vem sendo usado também na internet dos telefones celulares. A TIM não foi notificada porque a operadora informou que não tem intenção de alterar as regras do seu serviço de acesso à internet.

Um dos principais objetivos da notificação é garantir que os contratos já assinados sejam mantidos. De acordo com o Artigo 51, XIII, do Código de Defesa do Consumidor (CDC) é proibido fazer alterações unilaterais nos vínculos. No caso dos clientes que contratarem os planos após as alterações de oferta de internet, o Procon quer garantir que eles tenham acesso total às informações de preços, volumes de dados e velocidades dos pacotes.

Em um prazo de 15 dias úteis, Claro, Oi e Vivo deverão prestar ao Procon Estadual, entre outras informações, se o novo modelo vai afetar os contratos já existentes, quando e como os consumidores terão acesso às novas regras, se o cliente poderá monitorar a quantidade de dados já usados e quanto resta da sua franquia e se será possível comprar pacotes adicionais para continuar navegando na internet após o fim do seu limite. O Procon também quer saber se as operadoras vão fazer um estudo do perfil do usuário, com o objetivo de oferecer o pacote mais adequado para cada um.

A Telefônica Vivo informa que ainda não foi notificada e, assim que isso ocorrer, dará o encaminhamento necessário. A Oi informou também que ainda não recebeu notificação do Procon Estadual. A Claro informou que, no caso da banda larga fixa, quem responde pela empresa é a Net. Procurada, a empresa não se manifestou.

Continue lendo na fonte em: oglobo.globo.com


Internet - Lula fala aos deputados sobre o impeachment e Dilma em pronunciamento aos Brasileiros





Depois de ter sido proibida pela justiça de fazer pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão; Presidente Dilma utiliza Internet para falar ao povo Brasileiro.

Oposição ao Governo Dilma e pelo impeachment perde votos


Na tarde desta sexta-feira (15), a oposição deixou de contar com dois votos a favor da abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Grávida de 36 semanas, a deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ) solicitou licença-maternidade. Ela iria votar a favor do afastamento. No final da tarde, o vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), anunciou que mudaria seu voto de pró para contra o impeachment.

São necessários 342 votos para que o processo seja aprovado perla Câmara. Com a mudança dos dois parlamentares, a conta, que já era apertada, agora tende para Dilma.

Assessores próximos à presidente afirmam que a oposição não tem a folga que alega ter, e que Dilma "não jogou a toalha"

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou nesta sexta-feira (15), em Brasília, uma mensagem ao país e aos deputados sobre a votação do pedido de abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados, no domingo (17). Em sua mensagem, ele reafirma a confiança na vitória: "Vamos derrotar o impeachment e encerrar de vez essa crise".

Continue lendo na fonte: www.jb.com.br


sexta-feira, 15 de abril de 2016

CNBB - "Pedimos a oração de todos pela nossa Pátria"


"Nós, bispos católicos do Brasil, reunidos em Aparecida, na 54ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), frente à profunda crise ética, política, econômica e institucional pela qual passa o país, trazemos, em nossas reflexões, orações e preocupações de pastores, todo o povo brasileiro, pois, “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens e mulheres de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (Gaudium et Spes, 1).
Depois de vinte anos de regime de exceção, o Brasil retomou a experiência de um Estado democrático de direito. Os movimentos populares, organizações estudantis, operárias, camponesas, artísticas, religiosas, dentre outras, tiveram participação determinante nessa conquista. Desde então, o país vive um dos mais longos períodos democráticos da sua história republicana, no qual muitos acontecimentos ajudaram no fortalecimento da democracia brasileira. Entre eles, o movimento “Diretas Já!”, a elaboração da Carta Cidadã, a experiência das primeiras eleições diretas e outras mobilizações pacíficas.
Neste momento, mais uma vez, o Brasil se defronta com uma conjuntura desafiadora. Vêm à tona escândalos de corrupção sem precedentes na história do país. É verdade que escândalos...

dessa natureza não tiveram início agora; entretanto, o que se revela no quadro atual tem conotações próprias e impacto devastador. São cifras que fogem à compreensão da maioria da população.
Empresários, políticos, agentes públicos estão envolvidos num esquema que, além de imoral e criminoso, cobra seu preço. Quem paga pela corrupção? Certamente são os pobres, “os mártires da corrupção” (Papa Francisco).
Como pastores, solidarizamo-nos com os sofrimentos do povo. As suspeitas de corrupção devem continuar sendo rigorosamente apuradas. Os acusados sejam julgados pelas instâncias competentes, respeitado o seu direito de defesa; os culpados, punidos e os danos, devidamente reparados, a fim de que sejam garantidas a transparência, a recuperação da credibilidade das instituições e restabelecida a justiça. A forma como se realizam as campanhas eleitorais favorece um fisiologismo que contribui fortemente para crises como a que o país está enfrentando neste momento. Uma das manifestações mais evidentes da crise atual é o processo de impeachment da Presidente da República.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil acompanha atentamente esse processo e espera o correto procedimento das instâncias competentes, respeitado o ordenamento jurídico do Estado democrático de direito. A crise atual evidencia a necessidade de uma autêntica e profunda reforma política, que assegure efetiva participação popular, favoreça a autonomia dos Poderes da República, restaure a credibilidade das instituições, assegure a governabilidade e garanta os direitos sociais. De acordo com a Constituição Federal, os três Poderes da República cumpram integralmente suas responsabilidades.
O bem da nação requer de todos a superação de interesses pessoais, partidários e corporativistas. A polarização de posições ideológicas, em clima fortemente emocional, gera a perda de objetividade e pode levar a divisões e violências que ameaçam a paz social. Conclamamos o povo brasileiro a preservar os altos valores da convivência democrática, do respeito ao próximo, da tolerância e do sadio pluralismo, promovendo o debate político com serenidade.
Manifestações populares pacíficas contribuem para o fortalecimento da democracia. Os meios de comunicação social têm o importante papel de informar e formar a opinião pública com fidelidade aos fatos e respeito à verdade. Acreditamos no diálogo, na sabedoria do povo brasileiro e no discernimento das lideranças na busca de caminhos que garantam a superação da atual crise e a preservação da paz em nosso país.
“Todos os cristãos, incluindo os Pastores, são chamados a se preocupar com a construção de um mundo melhor” (Papa Francisco). Pedimos a oração de todos pela nossa Pátria. Do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, invocamos a bênção e a proteção de Deus sobre toda a nação brasileira."

Aparecida - SP, 13 de abril de 2016.
Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília Presidente da CNBB

Roberto Requião - "Todos, menos os ricos e a mídia, pagaríamos pelo impeachment"

Senador Robeto Requião(PMDB) em sua página www.robertorequiao.com.br

CARTA AOS GOVERNADORES E DEPUTADOS FEDERAIS


À margem de ideologias e de querelas político-partidárias, o governo ou governos anunciados para depois do impeachment prenunciam consequências econômicas e sociais desastrosas para a sociedade brasileira. Já vivemos a maior crise econômica de nossa história, com uma contração da economia de cerca de 8% em dois anos, e a perspectiva concreta de taxas de desemprego sem precedentes levando a um progressivo estágio de degeneração social com conflitos no campo e nas cidades, e de convulsões sociais generalizadas.

A maioria dos Estados está literalmente falida. Salários de servidores estão sendo cortados ou adiados, obras públicas estão sendo paralisadas, funções fundamentais dos governos estaduais tem sido canceladas. É preciso reconhecer com franqueza que a crise se deve sobretudo à política econômica adotada a partir de 2015 na forma de um ajuste fiscal absolutamente injustificável no contexto de uma depressão econômica. Embora involuntariamente, a operação Lava Jato também contribuiu para o agravamento da crise.

Mas o impeachment, isoladamente, não resolverá esses problemas. Da mesma forma a derrota do impeachment, sem outras consequências, não os resolverá. O fato é que temos uma estreita margem de manobra entre uma alternativa e outra. A derrota do impeachment dará à Presidenta Dilma uma oportunidade de rever sua política conforme a demanda universal daqueles que lhe dão apoio. A aprovação do impeachment, por sua vez, pela palavra de seus proponentes principais, significará um aprofundamento do ajuste depressivo.

A Ponte para o Futuro pregada pelo PMDB de Temer é um pacto regressivo que visa a destruir os direitos sociais básicos conquistados pelo povo brasileiro em 88. Mais grave ainda é a política fiscal anunciada pelo senador José Serra, sob forma de projeto de lei congelando o teto da dívida pública e portanto impedindo a realização de investimentos deficitários em tempos de recessão e depressão. A consequência direta disso seria a quebra definitiva dos Estados, estrangulados que estão pela draconiana Lei de Responsabilidade Fiscal, que ele considera cláusula pétrea.

A síntese da crise se manifesta na questão fiscal, ainda manejada segundo os cânones neoliberais, de interesse exclusivo dos especuladores financeiros. A desorganização orçamentária do Governo federal e dos Estados reflete a quebra da soberania nacional em questões financeiras. A política econômica brasileira, com exceção dos anos 2009 e 2010, renunciou voluntariamente ao crescimento. A despeito de recessão e da depressão, nos recusamos a recorrer ao investimento deficitário e ao aumento temporário da dívida, embora sabendo que, numa depressão, a única saída é recorrer ao déficit público temporário, até que a economia volte a crescer de novo.

Se essa posição ideológica prevalecer – e é certo que prevalecerá em caso de impeachment – o Brasil afundará numa crise sem precedentes, que arrastará Estados numa avalanche de desorganização fiscal e inadimplência, afetando profundamente o setor privado. Nada será garantido. Ciclos sucessivos de depressão estrangularão as contas públicas em ajustes recorrentes, estrangulando gastos públicos e salários, inclusive de aposentados e pensionistas. Em suma, todos, menos os ricos e a mídia, pagaríamos pelo impeachment.

José Carlos de Assis                                 Roberto Requião
Economista e professor                         Senador da República