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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Paiçandu e mais 7 cidades entram em estado de epidemia de Dengue


Paiçandu e Iguaraçu entraram para a lista de cidades em epidemia de dengue no Paraná com 173 e 18 casos confirmados da doença, respectivamente. Para o Ministério da Saúde, o estado de epidemia é decretado quando o município atinge 300 casos para cada 100 mil pessoas.

Os nomes dos dois municípios que pertencem à 15ª Regional de Saúde aparecem no informe técnico divulgado nesta terça­feira (12) pela Secretarial Estadual da Saúde (Sesa), que coloca outras seis novas cidades neste situação.

Mais; continue lendo clicando na Fonte: O DIÁRIO 


13 de abril

13 de abril é o 103.º dia do ano no calendário gregoriano (104.º em anos bissextos). Faltam 262 para acabar o ano.

Dia Internacional do Beijo
Dia do Hino Nacional Brasileiro
Dia do Office Boy.
Dia do Jovem.
Dia Nacional da Alegria - Comemoração móvel de brasileiros, a partir de uma ação de responsabilidade social nas empresas brasileiras associadas, que foi sugerida pelo saudoso empresário brasileiro do entretemimento, Beto Carrero, tendo sido emcampada pelo SINDEPAT [Sindicato Nacional de Parques e Atrações Turísticas] em parceria com a Adibra [(Associação das Empresas de Parques de Diversão do Brasil], para ser desenvolvida em prol de instituições que atendam crianças carentes de 6 a 14 anos de diversos Estados brasileiros, com uma programação especial nos parques de diversão e o oferecimento de lanches e refrigerantes gratuitos, além do passaporte para as brincadeiras de mais de 100 mil crianças, que ainda estão sujeitas a serem presenteadas no final do evento com uma lembrancinha do DNA ou Dia Nacional da Alegria.

Fatos Históricos
1960 — Os Estados Unidos lançam o Transit 1-B, o primeiro sistema de navegação por satélite do mundo.
1964 — No Óscar, Sidney Poitier se torna o primeiro afro-americano a ganhar o prêmio de Melhor Ator pelo filme de 1963 Lilies of the Field.

Santos do Dia
São Hermenegildo, mártir de Hispânia
Dia de Santa Ida da Lorena, condessa de Bolonha.
Dia de Santa Engrácia de Braga, dia santo apenas em Badajoz, Espanha.


Hoje 13 de Abril é dia do Jovem


Ser jovem é ter muita energia e disposição para realizar sonhos, é acreditar que tudo é possível e é acima de tudo lutar por mundo melhor! Jovem é aquele cheio de expectativas, cheio de esperanças, que está na fase de se libertar para descobrir o mundo.

Assim, todo jovem deve ser incentivado a participar da vida política, social e cultural de um país, de um estado ou da região ou cidade em que vive, pois como já diz uma máxima popular: “os jovens de hoje são o futuro de amanhã”. Os jovens precisam ter voz ativa para que possam traçar seu futuro e assegurar sua estabilidade emocional e profissional.

A população jovem do mundo hoje equivale a mais de um terço da população do planeta. Por isso, é necessário dar-lhes mais atenção oferecendo novas oportunidades e muitas melhorias, principalmente na educação. Em contrapartida para garantir os seus direitos, o jovem não deve jamais se esquecer que tem o dever de lutar por esses mesmos direitos: saber reivindicar o direito à educação, ao ingresso no mercado de trabalho, à saúde, à segurança nas ruas, à diversão.

Para isso existem vários grupos jovens que trabalham com o protagonismo juvenil na busca de conquistar mais espaço para suas reivindicações a respeito das questões de um estado, país ou mundo melhor. Esses grupos têm desenvolvido muitas políticas afirmativas que atraem cada vez mais jovens que querem se movimentar e ajudar de alguma forma a melhorar o país.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Sugestão de Leitura - Analogia de quem vê alem do que se é apresentado ou não...

Postamos este texto que é bastante grande, para que possamos tirar nossas próprias conclusões sobre o ponto de vista do autor, que contrapõe-se a um mundo paralelo ao que vêmos ou que nos é mostrado; leia e se possível dê sua opinião que é muito importante. Afinal nosso País pode estar sendo reconstruído ou destruído; depende de como enxergamos.

Por Celso Vicenzi.

A CORRUPÇÃO NÃO É O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL


Há uma histeria nacional em torno do tema da corrupção. Em todas as esquinas, nas ruas, nas praças, nos bares, nos clubes, nas residências, onde quer que se junte um grupo de amigos para conversar, na maioria dos casos, a corrupção será apontada como o maior problema do Brasil. Mas no automatismo em que vive a sociedade midiática, ninguém parou um segundo para perguntar: mas quem elegeu a corrupção como o “grande problema” e por quê?

Na linguagem popular, diz-se que “o inferno está cheio de bem intencionados”. Poderíamos dizer, ao contrário, que o céu prometido pelos que apontam a corrupção como a maior desgraça está cheio de mal intencionados. Seguindo na seara dos ditados populares, há outro que se presta para o que se pretende demonstrar: “Quem vê árvore pode não ver a floresta”. O que se esconde é muito maior do que se vê.

Que peso pode ter para solucionar os problemas do Brasil, que tem um PIB de R$ 5,52 trilhões, um desvio de somente (comparado) de R$ 67 bilhões? Sim, este é o valor estimado do custo anual médio da corrupção no país em 2013. E a fonte não é de esquerda. Quem afirma é o diretor-titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz. Ou seja, gente que é do ramo e que não teria por que subestimar o tamanho desse “veneno”.

Em contrapartida, o não menos idôneo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), calcula que o Brasil deixa de arrecadar aos cofres da União, por ano, cerca de R$ 500 bilhões – dinheiro que daria para fazer 18 Copas do Mundo de Futebol. Conclusão: A sonegação de impostos é sete vezes mais prejudicial ao país – e a seu povo! – do que a corrupção. E, no entanto, raras são as reportagens da mídia sobre esse enorme problema.

Em linhas gerais, pode-se facilmente deduzir que “problema” é aquilo que a mídia aponta como “problema”. E que milhões de brasileiros e brasileiras sem acesso a outras fontes de informação – ou porque desconhecem ou não se interessam – repete sem um mínimo de reflexão.

A sonegação, que é um infortúnio muito maior do que a corrupção, no entanto, é ainda muito menos grave do que o verdadeiro problema da sociedade brasileira: a enorme concentração de renda. Apesar de todas as dificuldades, o Brasil está entre as 10 maiores economias do planeta e, entretanto, também figura entre os 10 países com as maiores desigualdades sociais.

Que peso tem a corrupção nessa cruel estatística? Quase nenhum. Salvo se identificarmos, também na corrupção, o seu uso político para manter no poder a casta mais rica da sociedade. Donde também se pode concluir que a corrupção interessa e é patrocinada, principalmente, pelos setores mais ricos para impor uma cultura de dominação educacional, midiática, legislativa, judiciária e de assalto ao poder executivo, para fazer prevalecer os interesses de uma minoria em detrimento da maior parcela da população.

Dados do Atlas da Exclusão Social no Brasil, com base em declarações de Imposto de Renda Pessoa Física, assinalam que os 50% mais pobres detinham, em 2012, ínfimos 2% da renda nacional. Entre a outra metade dos brasileiros, apenas 13% ficavam com 87,4% da renda e os outros 36,9% com 10,6% do total. E isso é o que as pessoas declaram. Há que se levar em conta que o Brasil é o quarto país com o maior volume de dinheiro escondido em paraísos fiscais.

O texto de autoria de Celso Vicenzi por ser muito extenso algumas pessoas não vão ler por completo é quase certeza; porém  muito bem explicativo e elaborado; tanto que o Senador Requião também reproduziu em seu site; nesse link:www.robertorequiao.com.br  para ler o original basta clicar nesse link celsovicenzi.com.br

Celso Vicenzi É jornalista, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas/SC, com atuação em rádio, TV, jornal, revista e assessoria de imprensa.

Para continuar lendo clique também na palavra mais informações em destaque aqui em baixo:

CHARGE

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Tiãozinho da Romaria nos deixa



Hoje através do Facebook recebemos esta triste notícia; nosso amigo Sebastião Alves mais conhecido como Tiãozinho da Romaria nos deixou.

Uma pessoa que com certeza vai fazer muita falta; por sua humildade, carater e principalmente pela sua alegria e entusiasmo.

Sebastião faleceu neste Sábado dia 09 de Abril, foi sepultado neste Domingo as 14:00 no Cemitério Municipal de Paiçandu.

Nossa cidade perde um grande cidadão.
Nossos sentimentos à família,


Hoje vai-se um guerreiro mas levanta-se um anjo


Se as eleições fossem hoje Lula seria Presidente pela 3ª vez


Muita gente não vai gostar dessa; mas a impressão que fica é que quanto mais batem em Lula; sem que se ache uma prova definitiva das acusações; mais forte ele fica. O nome do cara sai todos os dias na mídia, só no Google basta digitar Lula e ele aparece 73 milhões de vezes.

 Conclusão não é batendo que se resolve é apresentando a solução.

FONTE JORNAL DO BRASIL

Pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (10) simulou quatro cenários distintos para a eleição presidencial de 2018. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceria em quase todas elas se a eleição fosse hoje. Em algumas situações, o petista aparece em empate técnico com Marina Silva (Rede).

No primeiro cenário, o instituto promoveu a disputa entre Lula, Marina e o senador Aécio Neves (PSDB). Lula aparece como o preferido de 21% dos entrevistados; Marina vem em seguida, com 19%; e Aécio, que já teve 27% da preferência em dezembro do ano passado, aparece com 17%. Jair Bolsonaro (PSC) tem 8%; Ciro Gomes (PDT) tem 7% e Michel Temer 2%.

No segundo cenário simulado pelo Datafolha, Marina e Lula aparecem em empate técnico, com 23% e 22%, respectivamente; o governador Geraldo Alckmin (PSDB) tem 9% das intenções de voto; Ciro Gomes e Bolsonaro aparecem empatados, com 8% cada. Temer tem 2%.

No terceiro cenário, depois de Aécio e Alckmin, o Datafolha simula a disputa com o nome do senador José Serra (PSDB). Lula e Marina aparecem empatados, com 22% cada um. Serra tem 11%; Bolsonaro, 7%; e Ciro tem 7%. Temer tem 2%.

Na quarta e última simulação para 2018, o Datafolha testou os nomes dos três tucanos dos cenários anteriores, além do juiz federal Sérgio Moro, da Lava Jato. Lula vence com 21%; Marina tem 16%, Aécio 12%; Moro 8%; Serra 5%; Bolsonaro 6%; Ciro 6%; Alckmin 5% e Temer 2%.


Homem de 58 anos morre no hospital após ser atropelado na Av. Silvio Alves


Um atropelamento ocorrido na noite de Sábado na área urbana do município de Paiçandu acabou de forma trágica. A vítima Ramon Carlos Padilha de 58 anos foi atropelado após descer de um outro veículo. Equipes de socorristas do Siate foram acionados encaminhando Padilha ao Hospital Universitário em estado grave com risco à vida; infelizmente cerca de 10 horas após dar entrada no pronto socorro ele ão resistiu e veio a falecer.

Segundo informa O Diário.com a PM de Paiçandu foi chamada e o motorista do veículo atropelador após fazer o exame de bafômetro foi detido e encaminhado para 9ª SDP de Maringá.

O corpo de Ramon Carlos Padilha foi velado na Capela do Prever de Paiçandu e o sepultamento marcado para ocorrer as 09:30 da manhã desta Segunda Feira no Cemitério Municipal de Maringá 

O Blog Perna esteve no local do ocorrido e trouxe mais sobre o fato lamentável para duas famílias de Paiçandu. Esse tipo de situação marca pra sempre a vida de todos,  ainda mais de quem perde um ente desta forma trágica.





quinta-feira, 7 de abril de 2016

Pequenas coisas que podem resolver problemas

Foto Aladin via Facebook
Há muito tempo este trecho da Marechal Castelo Branco próximo ao 1º pontilhão entre os bairros Bela Vista, estava realmente precisando de uma solução para a alta velocidade empregada por  imprudencia. Porém como a consciência dificilmente supera a falta dela; foi preciso colocar um quebra - molas.

Após a instalação o trânsito que era conturbado naquele local, está fluindo melhor é o que diz alguns, principalmente nos horários de pico. É claro que todas as opiniões são válidas, pode até ter quem não gostou. Mas acreditamos que os acidentes tendem a diminuir.

Pequenas ações que fazem uma grande diferença.

Sugestão de Leitura - O que o país já passou e o momento atual

Artigo de Alexandre Andrada Favoritar
Professor de Economia da Universidade de Brasília (UnB)
Para o HUFFBRASIL  Associado à Editora Abril

Ainda precisamos do Exército para resolver nossas crises políticas?



A democracia no Brasil é uma árvore de raízes curtas. Somos um país histórica e fundamentalmente antidemocrático.

Somos a terra dos únicos Imperadores das Américas (1822-1889), somos a terra da democracia de faz-de-conta das elites agrárias (1889-1930), da Ditadura de inspiração fascista amolecida pelos ventos dos trópicos (1930-1945), da Ditadura militar que fazia teatrinhos eleitorais e permitia a existência de uma oposição (1964-1985)

Somos um país criativo em termos de tiranias.

A Nova República começou em 1985, mas, se pensarmos bem, tanto Sarney (1985-1990) como Collor (1990-1992) eram homens carnalmente ligados ao antigo regime, aos partidos antidemocráticos. Sarney fora presidente da ARENA e do PDS. Collor começou sua vida política na ARENA e foi membro do PDS até 1985.

O primeiro presidente eleito no país que não fora criado pelos partidos do totalitarismo foi FHC em 1994. E, ainda assim, só governou com o apoio do PFL, a ala anti-malufista do PDS.

A Nova República, portanto, é coisa novíssima.

Estamos agora atravessando sua pior crise política, associada a uma severa crise econômica. E a questão que me intriga é, será que seremos capazes de resolvê-las em a intervenção do Exército?

Pode ser coisa de paranoico, mas, historicamente, sempre que o Brasil esteve em crise e, principalmente, com a sociedade claramente dividida, o Exército desempenhou sempre o papel de "árbitro".

A República em 1889 contou com a participação decisiva do Exército. Não por acaso nossos dois primeiros presidentes foram Marechais (Deodoro e Floriano).

Quando os civis começaram a governar o Brasil, em 1894 a partir de Prudente de Morais, as coisas andaram calmas por um tempo.

Mas em 1930, por conta da grave crise econômica iniciada no final de 1929, e da divisão da sociedade e dos estados brasileiros, novamente o Exército foi decisivo na imposição do governo Vargas, que se arrastaria até 1945.

Em 1930 havia uma divisão entre as classes sociais no país. De um lado a República de mentira das elites agrárias regionais contra a República moderna desejada por tenentes, pelas classes médias urbanas, por elementos da burguesia industrial.

Em 1930 havia também uma divisão entre os estados. O acordo de cavalheiros entre SP e MG fora rompido, o que juntou força ao descontentamento de estados politicamente algo marginalizados, mas política e economicamente fortes, como o RS.

Houve temores de uma guerra civil, com as tropas rebeldes caminhando para o RJ a partir do Sul, de Minas e do Nordeste.

O Exército se uniu e pôs fim ao governo Washington Luís.

O Exército também teve papel fundamental na transição do Estado Novo para a Terceira República (1945-1964).

Não por acaso, o primeiro presidente do Brasil do período era um General: Eurico Gaspar Dutra, que fora Ministro da Guerra de Getúlio Vargas e figura central no golpe do Estado Novo em 1937.

No início dos anos 1960 o país voltou a ter sérias convulsões. Havia uma crise econômica e uma crise política em marcha.

Após o fim do governo JK o país estava endividado, com a inflação em alta e a produção em queda.

Com a renúncia de Jânio Quadros em 1961, uma severa crise política se instalou, agravando ainda mais a crise econômica.

Com Jango no poder, o país se dividiu.

De um lado os apoiadores do presidente: sindicatos, ligas camponeses, socialistas, comunistas, setores rebeldes das forças armadas. Enfim, do seu lado a "esquerda".

Contra Jango, as donas de casa, a Igreja, as classes médias, os latifundiários, os empresários, o governo americano. Enfim, a "direita".

Cada um desses grupos queria demonstrar mais poder, mobilizar mais gente e colocar fogo no país.

De um lado o Comício da Central do Brasil, do outro, a Marcha da Família.

O país estava dividido e o Exército entrou em cena novamente, decidindo qual lado da contenda seria o vitorioso: ele mesmo.

A Nova República ainda não conhecia uma crise econômica combinada com uma profunda divisão da sociedade brasileira, como vemos agora.

Nas crises políticas e econômicas do governo Sarney, a sociedade estava unida no desejo da manutenção da democracia (ou no temor da volta da Ditadura), do respeito à nova Constituição e cada grupo tinha esperanças justificadas de vencer as eleições de 1989.

Quando da queda de Collor, também houve consenso. Todos os grupos relevantes se voltaram contra o presidente. Da UNE dirigida pelo PCdoB, passando pela bancada de esquerda no Congresso, chegando até a FIESP, a Rede Globo, etc. Todos queriam se livrar de Collor.

Agora a situação é diferente.

Estamos vivendo uma divisão parecida com a de 1964.

Uma multidão tem tomado as ruas do país vestida de verde e amarelo, desejando o desaparecimento total de qualquer vestígio do petismo no país. Assim como em 64 se queria apagar qualquer vestígio varguista ou proto-comunista.

De outro lado, porém, os grupos pró-governo e/ou contrários ao "golpe", mostram também ter poder de fogo. Controlam sindicatos, movimentos sociais, têm grandes bancadas no Congresso, apoio de parte da imprensa, etc.

A "direita" sonha com a prisão de Lula, o principal líder da esquerda brasileira desde o fim da Ditadura.

A esquerda ameaça colocar fogo nas ruas. As declarações de Boulos - que promete "incendiar o país" no caso de "golpe" e até mesmo as ameças do Senador Humberto Costa contra um suposto governo Temer - "Vossa Excelência é o próximo a cair", são ameaças explícitas a qualquer governo que se instale no país.

"Não haverá golpe, haverá luta" (dizem) e havendo "golpe", haverá briga de foice no escuro (prometem).

Ou seja, é a primeira vez em que a divisão da sociedade brasileira aparece com perfeita nitidez e violência durante a Nova República, divisão com potenciais perturbadores da ordem e das regras.
Será que atingimos um grau de maturidade institucional que nos permitirá resolver essa crise sem a intervenção do Exército? Sem rompimento da ordem democrática (fechamento do Congresso, um governo de ocasião, por exemplo), ou sem a elaboração de uma nova Constituição?

Se sim, será uma prova de vigor da democracia brasileira.

Se não, não será nenhuma novidade em nossa história política.