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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Colisão envolve três veículos e deixa 3 pessoas feridas


Uma colisão envolvendo três veículos na tarde deste Domingo no Jardim Canada resultou em duas pessoas com ferimentos graves segundo o relatório sucinto do Corpo de Bombeiros Maringá.

O acidente ocorreu por volta das 17:00 de ontem 24/01, foi na continuação da rua Alberto Santos Dumont com rua Texas  no Canadá, dois homens e uma mulher ficaram feridos, a mulher L.J.P.F.S. de 22 anos teve ferimentos graves, mas sem risco à vida, ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital Universitário de Maringá; F.L.R.de 35 anos também teve teve ferimentos graves sem risco à vida ele foi socorrido pelo Samu e encaminhado ao Hospital e T.E.O.S de 24 anos  teve ferimentos leves e recusou atendimento.

Em um dos veículos havia um bebê de 2 anos que por sorte nada sofreu. Duas ambulâncias com equipes do Samu e Corpo de Bombeiros fizeram o atendimento às vítimas.

No acidente ficaram danificados uma Parati, um Monza e um Gol que estava estacionado.



domingo, 24 de janeiro de 2016

PR 323 - já ceifou 10 vidas somente em 20 dias

Não vamos entrar no mérito do título dessa postagem; mas ela traz uma informação que apenas identifica o problema de uma rodovia sucateada e repleta de problemas que vem dizimando vidas a quase 3 décadas; por ser uma pista de grande movimento e pouca manutenção.

Número de mortes é recorde para janeiro; somente na região de Cianorte foram seis óbitos, cinco no local Palco de inúmeras discussões, a PR­323 foi cenário de diversas fatalidades desde o início do ano.
Dados obtidos junto à 4ª Companhia da Polícia Rodoviária Estadual, em Maringá, que coordena as ações entre os trechos de Paiçandu até Perobal, mostram que 2016 começou violento na rodovia,que é considerada a mais importante entre os trechos de concessão estadual. Foram 25 acidentes do dia 1º de janeiro até sexta­feira (22) e 10 mortes. O número surpreende, uma vez que comparado a 2015, no mesmo período, foram 36 colisões e apenas uma morte ao longo dos 200 quilômetros. Embora tenham ocorrido 11 acidentes a menos até agora, ante o ano passado, os os impactos foram mais violentos.

CONTINUE LENDO EM >TRIBUNA DE CIANORTE


Sugestão de leitura

O papel da mídia na atual "crise" brasileira


1- Parece haver um problema de matriz cultural interferindo no cotidiano da política brasileira.

Durante décadas fomos educados para respeitar o que se apresentava na forma impressa, assumindo como verdadeiras as suas notícias, informações e, eventualmente, suas (raras) opiniões. Jornais, revistas e outros tipos de publicação gozavam de um respeito reverencial, o qual era transferido aos jornalistas, editores, diagramadores e até linotipistas, todos profissionais envolvidos na nobre missão de (bem) informar.

Os jornalistas brasileiros eram profundamente respeitados e admirados pelos diversos segmentos populacionais que dependiam do acesso aos órgãos da imprensa para obter informações confiáveis. E que sabiam reconhecer a veracidade e o estilo da escrita destes profissionais.

Com o advento das mídias eletrônicas (rádio e televisão) a partir do século passado, esse sentimento de respeito e admiração transferiu-se para os profissionais dessas novas áreas.

Em reciprocidade, havia um profundo respeito desses profissionais para com os seus leitores, radiouvintes e telespectadores. Para com o seu público, enfim.

Esse acordo informal entre os jornalistas e o público consumidor de notícias, baseado na verdade e na decência, raramente era descumprido. Havia uma ética implícita nesse relacionamento.

Como esperado, muitos jornalistas que alcançavam notoriedade profissional enveredavam pela política. São vários os exemplos desse fato. Positivos e negativos. Esse entrelaçamento entre jornalismo e política não causou maiores prejuízos aos comunicadores, nem tampouco à política ou à gestão pública. E a comunicação social passou a ser exercida de maneira mais cuidadosa. E na medida que a Comunicação passou a ser algo mais complexo e ganhou as cátedras acadêmicas, os jornalistas assumiram maior importância no âmbito da sociedade.

O que viria a acarretar profundas mudanças nesse relacionamento respeitoso entre os órgãos de comunicação e os seus fiéis seguidores foi a percepção crescente da importância da Informação numa sociedade agora essencialmente urbana e industrializada, que ao adquirir novos hábitos culturais, tornou-se uma sociedade de consumo de massa.

A TV, o rádio, o jornal e as revistas assumiram gradativamente o papel de orientadores desse consumo. E perceberam que era facilmente alcançável orientar outras escolhas dessa sociedade “em trânsito”.

2. A criação dos grandes conglomerados midiáticos foi a evolução natural desse processo. O qual tornou-se irreversível pela força incontida da comunicação através do rádio, e principalmente da TV, nos hábitos de consumo e na formação da opinião (a temida “opinião pública”) da sociedade. Consequentemente, a mídia tornou-se orientadora não só dos hábitos de consumo como também das mais diversas escolhas dos cidadãos. Principalmente com o avanço do conceito de “propaganda”. Na prática, tudo poderia se transformar em “produto”. Objeto de desejo dos indivíduos (também chamados de “público alvo”), desde que bem manipulado pelas técnicas dessa nova arte. A partir desse ponto os acordos éticos, implícitos no relacionamento entre mídia e público foram “flexibilizados”. O sistema capitalista entendeu perfeitamente, e passou a usar, sem maiores escrúpulos, a força incontida da publicidade e da propaganda na formação de hábitos e comportamentos dessa nova sociedade, valendo, principalmente, para quem viesse a dispor do controle da mídia, impressa e eletrônica. (E o conceito de cidadania evaporou-se. Foi para o espaço… E o Jornalismo, enquanto missão social, e serviço público, foi extinto)

Em muitos países do chamado primeiro mundo as autoridades públicas, percebendo precocemente a imensa força política dos aglomerados midiáticos, estabeleceram regras e limites, através de legislação específica. Sendo os exemplos mais evidentes a Inglaterra e os Estados Unidos da América. O que não veio a ocorrer na América Latina e especificamente no Brasil. Abrindo uma imensa via para a atuação dos órgãos de comunicação, agindo sem qualquer controle legal. E a mídia, habilmente e absolutamente livre em suas manobras, espertamente passou a associar esse controle – essencialmente democrático – com a censura à liberdade de expressão. De modo que o Brasil entrou no século 21 permitindo a propriedade cruzada dos meios de comunicação. Embora a Constituição, promulgada em 1988, a proibisse expressamente. Mas este artigo dependia de uma regulamentação infra-constitucional, nunca posta em prática. Simplesmente porque isso não era do interesse de três ou quatro famílias proprietárias de conglomerados de rádios, TVs, revistas e jornais.

Qual um trem desgovernado, esses conglomerados foram gradativamente assumindo um papel cada vez mais relevante e decisivo no jogo político. E, rapidamente, os donos das organizações jornalísticas assumiram o papel de empresários. E que dispunham de um produto de alto valor para venda: a formação da opinião pública. Tornando-se bilionários. Criando cidadãos de segunda classe, despolitizados e absolutamente crentes (e militantes) daquilo que a mídia decidia divulgar como verdade. E, mais ainda, dispostos a ir às ruas e avenidas do país, propagando as palavras de ordem dos conglomerados midiáticos. Estes, meros porta-vozes do neoliberalismo.

Estava criado, portanto, um novo partido político. O qual passou a atuar no jogo político de maneira privilegiada. Por não precisar de votos. Ou de prestar contas aos seus eleitores ou à justiça eleitoral. Por prescindir de realizar convenções e debates para indicar seus candidatos e escolher seus projetos e propostas. Usando, ao extremo, o seu poder político, tornou-se o quarto poder (com tendência a assumir o primeiro lugar nessa hierarquia). Exercido no âmbito familiar e restrito aos proprietários das empresas jornalísticas, que se tornaram verdadeiras dinastias.

E os jornalistas? Estes, com raras e honrosas exceções, foram se transformando em meros serviçais dos seus patrões. Dispostos, para garantir os vínculos com suas empresas, a assimilar, acriticamente, as ideias e os projetos do interesse das suas organizações. Raramente coincidentes com os interesses nacionais.

(George Orwell ao publicar, em meados dos anos cinquenta, o seu profético livro “1984”, jamais poderia imaginar que a sua ficção política iria, tão rapidamente , assumir foro de realidade. O seu imaginário “Big Brother” e a Novilíngua tornaram-se verdades singelas, passando a conviver naturalmente com as sociedades mais vulneráveis e dóceis ao seu apelo).

3. Diziam os poetas e seresteiros, antenas da raça: “o tempo não para…” E não permite recuos e a volta ao passado, completam os descrentes e os cínicos. E, como falava um antigo compositor cearense: “ o passado é uma roupa que não se veste mais”.

Daí que o mundo mudou. Na Comunicação essas mudanças foram intensas. E introduziram novas e interativas formas de relacionamento nessa área. A síntese perfeita emissor (ativo) >>> receptor (passivo) foi superada por algo totalmente novo, muito sério, profundo e definitivo, denominado apropriadamente pelos teóricos de Revolução Digital. E nada será como antes, profetizaram, definitivos, os rapazes mineiros do “Clube da Esquina”.

O telefone celular, a internet, conectaram as pessoas com a facilidade permitida pelas novas e surpreendentes tecnologias de comunicação. E que não param de evoluir. E quem não evoluir, aderindo à nova onda, vai ficando para trás.

Em resumo, o receptor de notícias e informações deixou de ser a instância passiva dessas novas formas de conexão. A interatividade tornou-se um dos elementos irreversíveis da Comunicação. Como consequência, tornou-a mais democrática.

A mídia se tornou um partido que passou a atuar no jogo político de maneira privilegiada, sem precisar de votos ou prestar contas aos seus eleitores
Essa revolução, como esperado, provocou um choque nos conceitos e nos fundamentos das empresas de comunicação que presumiam ter conseguido a forma perfeita – e definitiva – de controle da notícia, da arte de transformar opiniões em fatos, criar verdades. Enfim, de manipular o seu público de acordo com os seus interesses de lucro e acumulação.

Para onde caminha a humanidade nestes tempos novos e surpreendentes? Como será a comunicação dessa nova era?

São perguntas que estão sendo respondidas na vivência do dia-a-dia. Podemos ter, pelo menos, uma certeza, (ou, que seja, uma nobre e democrática aspiração): não voltaremos aos tempos obscuros do domínio incontrastável da mídia hegemônica.

Com a palavra os teóricos da Comunicação. Os para sempre conectados militantes das chamadas mídias sociais. E, claro, os estrategistas políticos. Essa luta apenas começa.


*É médico e membro da Comissão de Justiça e Paz da CNBB.

Por Geniberto Paiva Campos - Carta Maior

Em meio a crise Paiçandu se destaca na geração de empregos em 2015

Paiçandu é única cidade a registrar saldo positivo de empregos em 2015

Entre as sete principais cidades, depois de Maringá, da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep), apenas Paiçandu fechou o ano passado com mais contratações do que demissões, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Mesmo assim, diante da retração da atividade econômica que o País enfrenta, todos os municípios da região tiveram queda significativa no saldo de empregos no comparativo com o ano anterior.

É que o traz a matéria de O Diário de hoje; leia o conteúdo completo da matéria clicando em>>digital.odiario.com


sábado, 23 de janeiro de 2016

23 de Janeiro

23 de janeiro é o 23.º dia do ano no calendário gregoriano. Faltam 342 para acabar o ano (343 em anos bissextos).

Dia Mundial da Liberdade

Fatos Históricos
1901 - Fundação do Instituto Butantã (São Paulo, Brasil).
1997 - Entrou em vigor a cobrança da CPMF nas movimentações bancárias no Brasil.
A Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira é um tributo brasileiro. Sua esfera de aplicação foi federal e foi aplicada de 1997 a 2007. Sua última taxa foi de 0,38%.
1997 - O ator Guilherme de Pádua é condenado a dezenove anos de prisão pelo assassinato da atriz Daniela Perez.
Guilherme e Paula sua esposa na época foram condenados, em 1997, por homicídio duplamente qualificado, com motivo torpe, a 19 anos e 6 meses de cadeia. Cumpriu 6 anos apenas.

Santo do dia 
Santo Ildefonso


sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Sugestão de leitura Política


Nas redes sociais uma vez vi um cidadão pedindo para que não acreditemos em tudo que é divulgado na imprensa; afinal cada um tem seus interesses.

Seguindo esse pesamento deixamos aqui  sugestões de artigos para se tirar conclusões e reflexões.

Com o título "Modo petista de fazer política nos levou ao abismo da intolerância máxima"    O site BRASIL POST associado à editora Abril fez uma análise sobre política atual as consequências e suas escolhas. Para ler clique sobre o link grifado acima.



Presindente Dilma convoca reunião de emergência para combater o mosquito dos males


Temendo perder completamente o controle da situação com o avanço do mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e do zika, a presidente Dilma Rousseff convocou ontem uma reunião de emergência com os principais ministros da área, no Palácio do Alvorada. Antes, em agenda no Recife, capital do estado com maior número de casos de microcefalia, Dilma aproveitou o discurso de cerca de meia hora para pedir mais empenho da sociedade no combate ao Aedes aegypti, enquanto ainda não há uma vacina contra o vírus

“A gente só vai conseguir ter o combate e sair vitorioso se a população se engajar. Por mais esforços que façamos, sempre é possível ter água parada que nós não vimos. Daí, quem tem mil olhos? A população. E ela também pode nos ajudar para que a gente, enquanto não temos a vacina, enquanto não podemos fazer um combate mais agressivo a ele (vírus), que a gente tire as condições de reprodução do mosquito”, afirmou Dilma.

Folia A proximidade com o carnaval também começa a preocupar o governo. Unidade da Federação com maior índice de casos de microcefalia — é responsável por um terço dos casos (1,3 mil) —, Pernambuco arrasta cada vez mais foliões. Só no Galo da Madrugada, no Recife, em 2015, compareceram 2,5 milhões de pessoas. “Por mais esforço que todos nós façamos, sempre é possível ter água parada. Por isso, enquanto não temos a vacina, temos que destruir as condições de reprodução do mosquito”, frisou essa fonte.

Continue lendo na fonte da notícia clicando em>>www.em.com.br

O pessimismo vence a esperança?


Uma onda de más notícias invadiram os meios de comunicação; é uma verdadeira epidemia de pessimismo; o que se destaca é o que de ruim acontece; isso não é bom pra ninguém. Não faz bem para uma nação como um todo; não é útil para nós espectadores; não tem psicologia que não seja atingida.

 Embora sejam verdades incontestáveis; poderia haver um equilíbrio, boas coisas acontecem também todos os dias; mas boas notícias não vendem bem; pois não impactam como as tragédias; ladroagens e fofocas. Se vende bem é porque tem quem consome; e todos nós nos habitualizamos a digeri- las  é a verdade.

O Brasil que nos mostram é uma gigantesca epidemia; epidemia de doenças; de corrupção, de incompetência política, de injustiça, de falta de perspectivas. Mas seriamos nós capazes de mudar alguma coisa? 

Muitas vezes  o que lemos, vemos e ouvimos nos noticiários afeta consideravelmente nossa esperança de um mundo melhor para nós e nossas gerações. Pare e pense; mesmo sabendo que os bons ainda  são maioria, a imagem que fica é de que não tem mais jeito, o mundo tá dominado pelo individualismo humano, pelo cada um por si, e que se lasque o próximo; quantos de vocês tem essa impressão?

Mas acreditem; ainda há esperança, porque enquanto houver crianças nascendo, enquanto tiver religião que pregue a fé, enquanto houver um justo se quer; nada estará perdido, por isso; plante verdades, defenda o amor, distribua paz, cultive boas coisas, divulgue a esperança, faça a diferença na sua casa; na sua comunidade, em seu município, no Estado, nação e no mundo, afinal estamos todos conectados e conectados transmitimos o que temos...

O que você possui, esperança ou pessimismo?

Pense nisso.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

"As pessoas parecem ter perdido a fé no voto como forma de combater a corrupção"

Crise política derruba Brasil para sua pior posição em ranking de qualidade democrática


O Brasil se encaixou na categoria de "democracia falha" e ficou atrás de diversos vizinhos latino-americanos, de países africanos e mesmo do Timor Leste, nação asiática que se tornou independente da Indonésia há apenas 14 anos.

A crise política envolvendo o escândalo de corrupção na Petrobras e a tramitação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, bem como o pessimismo nacional com o cenário político, fizeram com que o Brasil caísse para sua pior posição em um ranking da Economist Intelligence Unit (EIU) sobre a "qualidade democrática" de 167 países.

A 10ª edição do estudo, publicado pela empresa de análise e consultoria pertencente ao grupo da revista The Economist, traz o Brasil em 51º lugao r, sete postos abaixo de sua melhor posição, ocupada entre 2013 e 2015.

Continue lendo no g1.globo.com


quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Vídeo de aviões em altitude de cruzeiro voando próximos sob o céu de Paiçandu

Hoje pela manhã captamos no céu limpo por causa do tempo seco um momento pouco visto e registrado , dois aviões dividindo a mesma via aérea, dando a impressão de que estão bem próximos.

As imagens foram feitas na manhã desta Quarta Feira 20 de Janeiro; nelas dois grandes aviões voam próximos na mesma linha, em dado momento não registrado pela gravação um ultrapassou o outro.

Os aviões comerciais, que representam a grande maioria das aeronaves no céu, voam a altitude de cruzeiro, cerca de 11.000 metros. Essa é a altitude em que o avião consegue gastar menos combustível, pois o ar e torna menos denso e por isso oferece menor resistência.