quinta-feira, 26 de junho de 2014
Precisa - se de doadores de sangue
A garotinha Izabela Guimarães de Araújo Santos de apenas 4 aninhos moradora de Paiçandu está precisando de 26 doadores de sangue, ela passou por duas cirurgias pulmonar recentemente e está internada na UTI. As Doações podem ser feitas no Banco de Sangue Dom Bosco em Maringá.
A família desde já agradecem a todos.
Bombeiros em Paiçandu necessidade urgênte
Esta semana na Terça Feira dia 24 uma criança de apenas três meses acabou se engasgando e houve a necessidade de auxilio dos Socorristas do Siate se deslocarem até o Jardim Itaipu II. felizmente o pai do bebê conseguiu reverter a situação.
Há muito tempo moradores da cidade clamam por um Posto do Corpo de Bombeiros na cidade e não são atendidos. Autoridades até que discutiram o assunto mas até o presente momento nenhum avanço.
Acidentes de trânsito, Soterramentos, incêndios, problemas clínicos, ferimentos por armas, quedas são alguns dos principais atendimentos que requerem agilidade e rapidez diminuindo os maiores danos possíveis.
Com imagens de Marcos Poiatto e reportagem de Fábio Marigo - Matéria Maringá Alerta
Agora é a época das promessas que poderão um dia virar realidade
Será que agora vai?
Vem aí o Trem Pé Vermelho. O Ministério das Cidades publicou na segunda-feira, 23 de junho, o edital que seleciona projetos de implantação. Custo estimado da obra: R$ 700 milhões. Extensão: 122 quilômetros, ligando Ibiporã a Paiçandu.
O que vai ter de político chamando para si a conquista do “Pér Vermelho” não está no gibi. Este será um filho com muitos pais.
Seja como for, o importante é que a máquina começou a funcionar e o trem promete partir. Vamos torcer, porque a prosa em torno desse trem é antiga, mas até agora não passou de prosa.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Aumento da Energia é Suspenso pelo Governo do Paraná
A suspensão de 35,05% na energia elétrica proposto pela ANEEL nesta Terça Feira foi suspenso pelo Governador Beto Richa.
"É preciso deixar claro que o reajuste foi proposto pela Aneel e o governo federal. Eu não aceito", afirmou Richa.
Saiba mais sobre este assunto clicando em:www.aen.pr.gov.br
Vítima de atropelamento no Jardim Canadá
O Siate esteve atendendo um caso de atropelamento hoje Terça Feira no Jardim Canadá por volta das 12:30, o caso ocorreu na rua Texas.
Atualizando: Uma criança de 9 anos R.H.R. teve ferimentos leves sendo encaminhada ao Hospital Universitário de Maringá o veículo envolvido foi um Chevrolet Astra com placas de Paiçandu conduzido por Clodoaldo G. Z.
Reajuste astronômico de energia elétrica
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um reajuste médio de 35,05% nas tarifas da distribuidora paranaense Copel. Para os clientes de alta tensão, como indústrias, o reajuste médio será de 37,35%, enquanto para os de baixa tensão, como residências, o aumento médio será de 33,49%.
Saiba mais AQUI.
Isso é um absurdo! Bem que falaram que quando se aumentam os gastos desnecessários o prejuízo tem que sair do bolso de alguém; e esse tá lendo essa notícia agora.
Pessoas são importantes
Racionais ou Relacionais? (Liderança)
O príncipe orgulhava-se de sua rara e antiga coleção de porcelana que era formada por 12 pratos de grande beleza artística e decorativa. Certo dia o seu cuidadoso zelador, em momento de distração, deixou que se quebrasse um dos pratos.
Quando o príncipe soube do fato, ficou furioso, e condenou à morte seu dedicado servidor que fora vítima de uma circunstância fortuita.
A notícia se espalhou pelo Império, e às vésperas da execução do zelador, se apresentou um sábio que se comprometeu em recompor a coleção, se o servo fosse perdoado.
O príncipe aceitou a oferta do ancião, que solicitou que fossem colocados os onze pratos restantes sobre uma mesa coberta por uma toalha de linho branca, e os pedaços do prato quebrado espalhados em volta da mesa.
Quando tudo estava pronto, o sábio acercou-se da mesa e num gesto inesperado, puxou a toalha com os onze pratos, que se arrebentaram ao cair sobre o piso de mármore.
O príncipe e toda a corte olhavam chocados, sem saber o que dizer, quando o sábio diz:
– Senhor, agora sua coleção está recomposta. Todos os pratos estão iguais, conforme prometi. Agora também pode mandar me matar, já que essa porcelana vale mais do que a vida de seres humanos, e considerando que sou idoso e já vivi além do que esperava, sacrifico-me em benefício daqueles que provavelmente iriam morrer no futuro quando quebrassem algum de seus pratos.
Passado o choque, o príncipe emocionado, liberou o velho e o zelador, compreendendo que nada é mais precioso do que a vida em si mesma, as pessoas e os relacionamentos.
Nada na vida é mais importante do que os relacionamentos, ou seja, nada é mais importante que pessoas, porque sem elas não existem relacionamentos. Não somos seres racionais,somos seres relacionais. Estamos neste mundo para conviver, e não apenas viver ou sobreviver.
Não importa o tipo ou natureza da sua organização: indústria, comércio, banco, serviços, família, igreja, clube, ONG ou condomínio, todas elas são organizações que operam no ramo dos relacionamentos; elas só existem e acontecem por causa das pessoas que delas participam.
São os bons resultados que mantém as organizações, contudo, quando estes resultados se tornam seu único objetivo, já não existe propósito, e sem propósito, tudo perde o sentido.
Por isso, seu papel como líder, não é apenas cuidar dos “pratos”, dos resultados, mas principalmente cuidar daqueles que cuidam dos “pratos”: as pessoas. Pessoas que como você e eu, têm sentimentos, emoções, fragilidades, dificuldades, potencialidades, e a necessidade de que alguém as ajude a se tornarem melhores do que são, e esse alguém é você, líder.
Não deixe os “pratos” o distraiam e o faça perder o foco daquilo que é mais importante em sua jornada de liderança: pessoas. Cuide bem delas, que elas cuidarão muito bem de você e o ajudarão a cuidar dos seus “pratos”, porque “o líder se torna o número 1, colocando as pessoas em primeiro lugar”.
Quando o príncipe soube do fato, ficou furioso, e condenou à morte seu dedicado servidor que fora vítima de uma circunstância fortuita.
A notícia se espalhou pelo Império, e às vésperas da execução do zelador, se apresentou um sábio que se comprometeu em recompor a coleção, se o servo fosse perdoado.
O príncipe aceitou a oferta do ancião, que solicitou que fossem colocados os onze pratos restantes sobre uma mesa coberta por uma toalha de linho branca, e os pedaços do prato quebrado espalhados em volta da mesa.
Quando tudo estava pronto, o sábio acercou-se da mesa e num gesto inesperado, puxou a toalha com os onze pratos, que se arrebentaram ao cair sobre o piso de mármore.
O príncipe e toda a corte olhavam chocados, sem saber o que dizer, quando o sábio diz:
– Senhor, agora sua coleção está recomposta. Todos os pratos estão iguais, conforme prometi. Agora também pode mandar me matar, já que essa porcelana vale mais do que a vida de seres humanos, e considerando que sou idoso e já vivi além do que esperava, sacrifico-me em benefício daqueles que provavelmente iriam morrer no futuro quando quebrassem algum de seus pratos.
Passado o choque, o príncipe emocionado, liberou o velho e o zelador, compreendendo que nada é mais precioso do que a vida em si mesma, as pessoas e os relacionamentos.
Nada na vida é mais importante do que os relacionamentos, ou seja, nada é mais importante que pessoas, porque sem elas não existem relacionamentos. Não somos seres racionais,somos seres relacionais. Estamos neste mundo para conviver, e não apenas viver ou sobreviver.
Não importa o tipo ou natureza da sua organização: indústria, comércio, banco, serviços, família, igreja, clube, ONG ou condomínio, todas elas são organizações que operam no ramo dos relacionamentos; elas só existem e acontecem por causa das pessoas que delas participam.
São os bons resultados que mantém as organizações, contudo, quando estes resultados se tornam seu único objetivo, já não existe propósito, e sem propósito, tudo perde o sentido.
Por isso, seu papel como líder, não é apenas cuidar dos “pratos”, dos resultados, mas principalmente cuidar daqueles que cuidam dos “pratos”: as pessoas. Pessoas que como você e eu, têm sentimentos, emoções, fragilidades, dificuldades, potencialidades, e a necessidade de que alguém as ajude a se tornarem melhores do que são, e esse alguém é você, líder.
Não deixe os “pratos” o distraiam e o faça perder o foco daquilo que é mais importante em sua jornada de liderança: pessoas. Cuide bem delas, que elas cuidarão muito bem de você e o ajudarão a cuidar dos seus “pratos”, porque “o líder se torna o número 1, colocando as pessoas em primeiro lugar”.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Agricultor ganha na Mega-Sena e faz doação a hospitais
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,agricultor-ganha-na-mega-sena-e-faz-doacao-a-hospitais,1516989
FONTE AGÊNCIA ESTADO POR RENE MOREIRA À AE
Um agricultor de 70 anos ganhou sozinho na Mega-Sena, mas resolveu continuar levando uma vida simples no sítio onde mora, sem carro ou muito conforto, na zona rural de Figueirão, cidade de Mato Grosso do Sul com menos de 3 mil habitantes. Dos R$ 37.626.306,90 que ganhou com uma aposta no final de abril, o dinheiro foi liberado agora e parte ele já doou a amigos, parentes e hospitais que tratam do câncer, como o de Barretos (SP).
O ganhador, que pediu para não ser identificado, conta que doar dinheiro para o tratamento contra o câncer foi uma promessa que fez para o seu pai, que morreu vítima dessa doença, assim como outro familiar. Por isso, há 30 anos ele jogava na loteria e sempre os mesmos números. Sem carro, ele caminhava quase 10 quilômetros a pé toda semana para fazer uma única aposta.
Segundo ele, dessa vez abriu uma exceção e fez outras duas apostas, ambas com números aleatórios gerados pelo próprio caixa, sendo uma delas a contemplada. Por sinal, o primeiro presente foi para a casa lotérica, que ganhou um climatizador de mais de R$ 8 mil. O motivo é que, segundo o apostador, os funcionários enfrentavam muito calor no trabalho.
Para os hospitais ele doou R$ 3,7 milhões neste domingo, 22, sendo R$ 1 milhão para o Hospital do Câncer de Barretos (SP), R$ 1 milhão para o Hospital de Câncer Alfredo Abrão (Campo Grande-MS) e R$ 1,7 milhão para o Hospital Municipal de Figueirão (MS). O doador não descarta novas ajudas, pois diz que vai manter sua vida simples de morador da roça.
Importância
De acordo com o presidente do Hospital Alfredo Abrão, Carlos Alberto Coimbra, o valor recebido é muito significativo, pois no total por mês as doações recebidas não chegam a R$ 170 mil. Com esse dinheiro da loteria a instituição vai construir um local adequado para instalar o serviço de radioterapia.
Já o hospital da cidade onde mora o agricultor usará o dinheiro para adquirir um aparelho de raio X digital de última geração. O Hospital do Câncer de Barretos ainda está definindo os equipamentos a serem comprados. Diretores da instituição contaram que toda doação é muito comemorada, uma vez que a unidade opera com déficit mensal de R$ 8 milhões.
Rotina
O novo milionário não quer aparecer por motivos de segurança e porque garante que não quer ser obrigado a mudar muito sua vida. Por enquanto, pretende apenas melhorar um pouco a propriedade rural onde reside, talvez com a construção de uma piscina e uma represa para criar peixes.
O agricultor não quer contratar seguranças e alega não saber ainda o que fará com o restante do prêmio. "Deus vai cuidar", afirma. Separado da mulher e com os dois filhos morando longe há anos - um deles na Costa Rica -, ele segue usando o tradicional chapéu de palha e a botina.
Indagado se ficou mesmo muito feliz por ganhar na Mega-Sena, ele garante que sim. E diz que a prova foi o ato que fez pouco depois. Como lembrança, correu na lotérica e comprou a caixa registradora que imprimiu o volante sorteado.
FONTE AGÊNCIA ESTADO POR RENE MOREIRA À AE
Um agricultor de 70 anos ganhou sozinho na Mega-Sena, mas resolveu continuar levando uma vida simples no sítio onde mora, sem carro ou muito conforto, na zona rural de Figueirão, cidade de Mato Grosso do Sul com menos de 3 mil habitantes. Dos R$ 37.626.306,90 que ganhou com uma aposta no final de abril, o dinheiro foi liberado agora e parte ele já doou a amigos, parentes e hospitais que tratam do câncer, como o de Barretos (SP).
O ganhador, que pediu para não ser identificado, conta que doar dinheiro para o tratamento contra o câncer foi uma promessa que fez para o seu pai, que morreu vítima dessa doença, assim como outro familiar. Por isso, há 30 anos ele jogava na loteria e sempre os mesmos números. Sem carro, ele caminhava quase 10 quilômetros a pé toda semana para fazer uma única aposta.
Segundo ele, dessa vez abriu uma exceção e fez outras duas apostas, ambas com números aleatórios gerados pelo próprio caixa, sendo uma delas a contemplada. Por sinal, o primeiro presente foi para a casa lotérica, que ganhou um climatizador de mais de R$ 8 mil. O motivo é que, segundo o apostador, os funcionários enfrentavam muito calor no trabalho.
Para os hospitais ele doou R$ 3,7 milhões neste domingo, 22, sendo R$ 1 milhão para o Hospital do Câncer de Barretos (SP), R$ 1 milhão para o Hospital de Câncer Alfredo Abrão (Campo Grande-MS) e R$ 1,7 milhão para o Hospital Municipal de Figueirão (MS). O doador não descarta novas ajudas, pois diz que vai manter sua vida simples de morador da roça.
Importância
De acordo com o presidente do Hospital Alfredo Abrão, Carlos Alberto Coimbra, o valor recebido é muito significativo, pois no total por mês as doações recebidas não chegam a R$ 170 mil. Com esse dinheiro da loteria a instituição vai construir um local adequado para instalar o serviço de radioterapia.
Já o hospital da cidade onde mora o agricultor usará o dinheiro para adquirir um aparelho de raio X digital de última geração. O Hospital do Câncer de Barretos ainda está definindo os equipamentos a serem comprados. Diretores da instituição contaram que toda doação é muito comemorada, uma vez que a unidade opera com déficit mensal de R$ 8 milhões.
Rotina
O novo milionário não quer aparecer por motivos de segurança e porque garante que não quer ser obrigado a mudar muito sua vida. Por enquanto, pretende apenas melhorar um pouco a propriedade rural onde reside, talvez com a construção de uma piscina e uma represa para criar peixes.
O agricultor não quer contratar seguranças e alega não saber ainda o que fará com o restante do prêmio. "Deus vai cuidar", afirma. Separado da mulher e com os dois filhos morando longe há anos - um deles na Costa Rica -, ele segue usando o tradicional chapéu de palha e a botina.
Indagado se ficou mesmo muito feliz por ganhar na Mega-Sena, ele garante que sim. E diz que a prova foi o ato que fez pouco depois. Como lembrança, correu na lotérica e comprou a caixa registradora que imprimiu o volante sorteado.
domingo, 22 de junho de 2014
Criança de 5 anos é atropelada na tarde Sábado no Jardim Guanabara
Uma criança de apenas 5 anos de idade foi atropelada por uma motociclista no início da tarde de ontem.
O acidente ocorreu na rua Adelino Sola no Jardim Guanabara em Paiçandu. A criança C.E. dos S.A. teve ferimentos leves sendo socorrida pela equipe de socorristas do Siate do Posto Central de Maringá, e encaminhada ao Hospital Universitário.
De acordo com populares era uma mulher que conduzia a motocicleta ; segundo o relatório do Corpo de Bombeiros a motociclista evadiu-se do local, ainda não há informa se ela se apresentou na delegacia.
Brasil é o 5º país do mundo em número de mortos no trânsito
O trânsito é muito mais violento do que a maioria das pessoas imaginam. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre os acidentes de trânsito assustam. São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade, o segundo na faixa de 5 a 14 anos e o terceiro na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano, ou um percentual entre 1% e 3% do produto interno bruto de cada país.
Na tentativa de desacelerar a violência no trânsito e salvar mais de cinco milhões de vidas até 2020, a Assembleia-Geral das Nações Unidas editou uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países.
O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.
O problema é mais grave nos países de média e baixa renda. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil, o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares. O continente com maior risco de morrer em um acidente de trânsito é a África (24.1 a cada 100 mil pessoas) e o com menor risco é a Europa (10.3 a cada 100 mil).
As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países de baixa renda, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.
De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.
A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, excesso de velocidade, não uso do capacete, cinto de segurança e cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.
O relatório destaca que:
- 89 países, cobrindo 66% da população mundial, têm legislação com relação a beber e dirigir, com limite de álcool no sangue de 0.05g/dl ou menor, conforme recomendado pela OMS;
- 90 países, cobrindo 77% da população mundial, têm leis que obrigam o uso de capacete;
- 111 países, cobrindo 69% da população mundial, têm leis que obrigam o uso do cinto de segurança para todos os ocupantes;
- 96 países, cobrindo 32% da população mundial, têm uma legislação para cadeirinhas.
O documento também aponta que na maioria dos países – mesmo alguns daqueles com melhores resultados – a aplicação das leis no trânsito é inadequada.
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