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sábado, 16 de maio de 2020

Só uma intervenção divina pode salvar o País

Aos fiéis, as religiões aos crentes é momento de orar rezar e pedir a todos os santos uma interveção milagrosa no mundo, mas principalmente no Brasil. Em meio a pandemia, crise financeira, crise política e a torre de Babel dos dias atuais, só um milagre poderá salvar a nação.

 Os gestores de Brasília, principais autoridades nacionais, estão amarrados e deixam claríssimo que a situação desce ladeira a baixo e no fim da descida há um abismo, e todos sem ficar de fora ninguém .
,parecem que estão apagando o incêndio hora com gasolina, hora assoprando e em alguns momentos só abanando.

Não sei pra você que está acompanhando os noticiários, mas é muito nítido que não há até o momento um rumo norteador, uma bússola que oriente nós os "tupiquiniquins" da selva de pedra.

Diante da barafunda, recorramos clamando uma interveção daquele que é o único que bate o martelo  determina e assim cumpra-se.  Deus salve o Brasil. Amém.


segunda-feira, 13 de abril de 2020

Procurador geral da república veste a camisa de Bolsonaro e a torre de babel assim como o BBB bate recorde de audiência

Os holofotes estão acessos, as manchetes bombando,  na cacunda um do outro as filas aumentando, os chocolates acabando, as pessoas adoecendo, as UTIs se enchendo, as funerárias se organizando, os coveiros cavando, e os donos das decisões só enrolando. Aqui só pensando e escrevendo com os meus botões.

O presidente Jair Bolsonaro tem o direito de decidir sobre o "momento oportuno" para maior ou menor distanciamento social no enfrentamento do novo coronavírus. A opinião é do procurador-geral da República, Augusto Aras. Essa é parte da matéria de escrita por Rafael Moraes Moura no Portal Terra/coronavírus


 O assunto de libere não libera está colocando o Brasil no epicentro do mundo das discórdias, isso é pior do que qualquer peste.

 Assim como escrevemos em 27/03 e publicamos o artigo "A Torre de Babel de nossos dias" Alertando que as maiores autoridades do País não falam a mesma língua; e o pior não há tradutor, ninguém em sã consciência decifra, literalmente é indecifrável. 

De um lado OMS, STF, MINISTÉRIO DA SAÚDE, DEPUTADOS, SENADORES, ECONOMISTAS - DO OUTRO BOLSONARO E BOLSONARISTAS, ALGUNS GOVERNADORES, PGR, VÉIO DA HAVAN, MALAFAIA, EMPRESÁRIOS E COMERCIANTES. 

No meio dessa confusão, está o vírus, que não quer nem saber o que estão falando, mas mesmo que quisesse entender, pra ele não mudaria. Se O COVID-19 tivesse um cérebro e fosse capaz de raciocinar; acredito que diria: 
_ Enquanto os que poderiam me ameaçar estão se acabando, destruindo um o argumento do outro eu tenho sucesso infecto, adoeço e mato aos montes, quando; e se eles chegarem a uma unanimidade  já terei cumprido meu total objetivo com sucesso, e que viva a discórdia e ignorância!!!
:
Reinaldo Azevedo ex colunista da revista Veja escreveu no portal Uol  o que significará  todo esse ininterpretável tumulto:

No "Livro das Infâmias na Era do Coronavírus", um notável lugar de desonra estará reservado a Augusto Aras, procurador-geral da República. Figuras com relevantes serviços e desserviços prestados ao país já passaram por ali, mas a função nunca se deslocou para o centro da narrativa histórica, com o protagonismo que lhe é devido. Com Augusto Aras será diferente. Afinal, o país estará a fazer a contabilidade dos mortos destes dias tenebrosos


Jair Bolsonaro, hoje presidente da República, terá a lhe pesar nas costas a memória de milhares de mortos. Seu ombro amigo, o segundo nessa hierarquia do horror, será Aras. A personagem antes marginal no Ministério Público Federal foi alçada pelo presidente ao topo da instituição e evidencia por que jamais havia chamado a atenção dos meios jurídicos ou de seus pares. Por caminhos tortos e trágicos, a história lhe forneceu a oportunidade de corrigir com a honra a mediocridade da carreira. Ele preferiu fazer o contrário. Um Senado que honrasse plenamente as suas prerrogativas o deporia por meio de um processo de impeachment, conforme prevê a Lei 1.079, nos Artigos 40 a 73.

Continue lendo na fonte Coluna de Reinaldo Azevedo 

sexta-feira, 27 de março de 2020

A torre de babel de nossos dias. Se correr o bicho pega se ficar...

O Brasil saiu na frente contra o coronavírus, mas declarações de Bolsonaro tem provocado desinformação e precipitação de empresários e comerciantes. Todos os esforços até o momento correm  risco de ter sido em vão. Manifestações ocorreram ontem com promessa de que outros virão.
Parece que o Brasil virou uma torre de babel bíblica, cada um fala uma língua e ninguém se entende.
Mais do que nunca a nação me parece estar desorientada. É chegada a hora de um norte, "se correr o bicho pega se ficar o bicho come"

O que muitos donos de negócio não estão pensando é de como irão se manter se por ventura voltarem as atividades agora; as vendas inevitavelmente serão como pré pandemia, muitas pessoas estão sendo orientadas por seus Prefeitos e Governadores a ficarem em casa, (alias o mundo todo está a fazer isso). Aí eu me pergunto: Como esses negociadores irão se manter se o faturamento não acontecer?, certamente voltaram a fechar as portas ainda com mais dívidas...

Exemplo de atitudes governamentais pelo mundo a fora que não adotaram respostas rápidas de restrições, agora pagam um alto preço, seus sistemas de saúde ruíram ou em pouco tempo irão ruir.
Uma pergunta que fica: Estamos preparados para pagar esse alto preço?

É CHEGADO O MOMENTO QUE TODOS PRECISAM FALAR O MESMO IDIOMA OU SABE DEUS O QUE PODERÁ ACONTECER.

Vamos nos entender ou só ficaremos contando os doentes e mortos?

Veja matéria transmitida ontem Quinta Feira  26/03 pelo SBT Brasil também replicada em vários outros canais de informação. As grande potências estão se tornando um caos.